EVODUXProdutos de inteligência para custos assistenciais
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar

Gastroplastia por videolaparoscopia

Código Evodux EVX-DIG-BAR-01-CPH · versão 1.0 · data-base out/2026 · produto licenciado

Análise de custos
Custo de procedimento cirúrgico hospitalar · Cirurgia bariátrica
Gastroplastia por videolaparoscopia
Custo do procedimento sob a perspectiva do hospital: quanto custa realizar o bypass gástrico em Y de Roux por videolaparoscopia, qual preço cobre esse custo com a margem desejada e quanto ele gera hoje em conta aberta.
Gastroplastia por videolaparoscopia
Código EvoduxEVX-DIG-BAR-01-CPH
Versão1.0
Data-baseOut/2026
Próxima atualizaçãoAbr/2027

Leitura econômica do procedimento

Resumo do produto

ElementoReferência do produto
O que é o produtoCusto de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital
Base técnicaBase técnica Evodux de gastroplastia por videolaparoscopia · versão 1.0 · data-base out/2026
ProcedimentoGastroplastia para obesidade por videolaparoscopia na técnica de bypass gástrico em Y de Roux, em caráter eletivo
Códigos TUSS31002390 (gastroplastia para obesidade mórbida por videolaparoscopia; CBHPM 3.10.02.39-0, porte a confirmar). Referência da via aberta: 31002218 (CBHPM 3.10.02.21-8, porte 12A)
EspecialidadeCirurgia do aparelho digestivo e cirurgia bariátrica
Escopo hospitalarComponente hospitalar do episódio, com OPME de grampeamento incluída
Honorários médicosNão incluídos no custo hospitalar (cirurgião, auxiliares e anestesiologista)
Preço de referência EvoduxR$ 13.988,21 (apartamento standard) · R$ 10.557,32 (enfermaria)
Permanência2 diárias de acomodação, alta em até 48 horas da admissão; UTI não programada
OPME principalGrampeador linear cortante endoscópico 60 mm e 6 cargas (R$ 4.376,64)
Código e data-baseCódigo Evodux EVX-DIG-BAR-01-CPH · versão 1.0 · data-base out/2026
Escopo do produto
Componente hospitalar do episódio, com OPME incluída. Honorários do cirurgião, dos auxiliares e do anestesiologista não integram o custo hospitalar. Avaliação multiprofissional, exames e endoscopia antes da internação, suplementos, consultas e retornos após a alta ficam fora deste custo. Código TUSS: 31002390.

Como utilizar este produto

Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.

01Confirmar o caso índice

Verifique se as pacientes e os pacientes do hospital correspondem ao bypass gástrico em Y de Roux eletivo por videolaparoscopia, com IMC de 40 a 49,9 kg/m², sem UTI programada e alta em até 48 horas, que serve de referência ao custo.

02Revisar protocolo e custo

Leia os protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.

03Custear a estrutura

Informe sala cirúrgica, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.

04Precificar o procedimento

Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.

05Medir a operação atual

Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.

06Avaliar propostas e acompanhar

Compare uma proposta da operadora ou um pacote particular com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.

Quatro grandezas que o produto nunca mistura
Faturamento é o que o hospital cobra. Receita líquida é o que efetivamente recebe depois de glosas e ajustes. Custo é o valor dos recursos consumidos para realizar o procedimento. Resultado é a receita líquida menos tributos, encargos incidentes e custo. A conta hospitalar não é custo e o preço negociado não é custo.

Origem de cada informação

Dado EvoduxDado do hospitalConta importadaCalculadoBenchmark

Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula. Valores sem base aparecem como não informado ou a informar e nunca como zero.

Caso índice clínico

Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.

TUSS31002390 · CBHPM 3.10.02.39-0
AnestesiaGeral balanceada
TécnicaBypass gástrico em Y de Roux · videolaparoscopia
Permanência2 diárias · sem UTI
PremissaCaso índice Evodux
Paciente de referênciaAdulto de 18 a 65 anos utilizado exclusivamente como referência de modelagem; ASA II ou III; não tabagista ou com cessação documentada
Peso / altura / IMC115 kg / 1,65 m / 42,2 kg/m² (obesidade grau III; peso abaixo de 120 kg)
ElegibilidadeRecorte econômico: IMC de 40 a 49,9 kg/m², com ou sem comorbidades. A indicação por sociedades [C1] e a cobertura obrigatória pela ANS são critérios distintos. Para cobertura nessa faixa de IMC, a DUT 27 requer falha do tratamento clínico por pelo menos dois anos, cumprimento do critério etário aplicável e ausência dos critérios do Grupo III. A faixa de 18-65 anos deste produto é recorte de modelagem, não limite etário geral da DUT. Fonte: ANS, Anexo II da RN 465/2021, consolidado consultado em 25/10/2026, DUT 27, pp. 30-31.
ComorbidadesComorbidades metabólicas compensadas (por exemplo, hipertensão ou diabetes tipo 2 em tratamento) sem modificar materialmente a jornada-base; sem uso de anticoagulante pleno; apneia do sono, quando presente, tratada e sem indicação de UTI
ProcedimentoGastroplastia para obesidade por videolaparoscopia na técnica de bypass gástrico em Y de Roux. A técnica é uma das duas mais estudadas em ensaios randomizados [C2][C3]; a escolha entre bypass e gastrectomia vertical é do cirurgião e da equipe
Códigos de referênciaTUSS 31002390 (CBHPM 3.10.02.39-0, gastroplastia para obesidade mórbida por videolaparoscopia; porte, auxiliares e porte anestésico a confirmar). Via aberta: TUSS 31002218 (CBHPM 3.10.02.21-8, porte 12A pela RN CNHM 055/2021). A RN CNHM 064/2023 alterou a descrição CBHPM para "gastroplastia para obesidade"
Técnica anestésicaAnestesia geral balanceada com intubação orotraqueal, indução venosa e manutenção com sevoflurano. Técnica de referência adotada como premissa de modelagem; ver aderência à diretriz ERAS de cirurgia bariátrica [P1] na página de configuração anestésica
Técnica do procedimentoPneumoperitônio e cinco a seis portais; confecção de bolsa gástrica pequena com grampeador linear; alça biliopancreática e alça alimentar em Y de Roux; anastomose gastrojejunal e enteroanastomose grampeadas, com fechamento manual dos orifícios; fechamento das brechas mesentéricas com fio inabsorvível; teste de estanqueidade. Comprimentos das alças, número de portais, tipo de teste de estanqueidade e número de cargas são premissas de modelagem, sem fonte específica no produto. A decisão de técnica permanece do cirurgião.
Profilaxia antibióticaCefazolina 2 g por via venosa em dose única até 60 minutos antes da incisão, dose para peso abaixo de 120 kg; a partir de 120 kg a dose é 3 g [A3]. Dose a validar pelo responsável técnico
Prevenção de tromboembolismoCompressão pneumática intermitente durante a cirurgia e no leito para todos e enoxaparina em dose profilática durante a internação [P2][P1], com deambulação precoce [P3]. Dose, intervalo e número de doses da enoxaparina são premissas econômicas a validar pelo responsável técnico
OPME1 grampeador linear cortante endoscópico 60 mm articulável e 6 cargas, com altura de grampo conforme a espessura do tecido
UTINão programada; zero diária de UTI no caso índice
Permanência prevista2 diárias em apartamento standard (ou enfermaria), com alta em até 48 horas da admissão
Regra do caso índice
O caso índice norteia o dimensionamento técnico e econômico. Número de portais, comprimento das alças, número de cargas, teste de estanqueidade e ausência de dreno são premissas de modelagem, não indicação clínica. Ajustes por anatomia, IMC, comorbidades, risco tromboembólico e protocolo institucional seguem responsabilidade assistencial.

Jornada e permanência do caso índice

EtapaCaso índice Evodux
AdmissãoNo dia da cirurgia, em jejum de sólidos por 6 horas e de líquidos claros por 2 horas [P1], com avaliação multiprofissional, exames, endoscopia e avaliação pré-anestésica prévios fora deste custo
Sala cirúrgicaAté 3 horas, da entrada na sala à saída: indução anestésica, posicionamento, antissepsia, bypass gástrico em Y de Roux por videolaparoscopia e curativos
Recuperação (RPA)Até 2 horas após a cirurgia, com monitorização até os critérios de alta da recuperação
Unidade de internaçãoApartamento standard ou enfermaria: analgesia multimodal, profilaxia de náusea, hidratação até a aceitação da dieta líquida, deambulação precoce, compressão pneumática e enoxaparina, vigilância de sangramento, fístula e taquicardia
UTINão programada. Transferência somente por intercorrência (fístula, sangramento, insuficiência respiratória, evento cardiovascular), tratada como evento fora do caso índice
AltaPremissa de custeio: alta em até 48 horas da admissão, com apoio em dados de permanência após bypass com recuperação acelerada [P4][P5]. A decisão de alta é do médico assistente; critérios clínicos de referência: sinais vitais estáveis, dor controlada por analgesia oral, aceitando dieta líquida, deambulando, sem sinais de fístula ou sangramento, com orientações e retorno ambulatorial (critérios sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico). Tempo de sala, recuperação e diária são premissas econômicas, não critérios de alta.
Total do episódio2 diárias de acomodação · 0 diária de UTI · 3 horas de sala · 2 horas de recuperação
Por que sem UTI, sem dreno e sem sonda vesical
A diretriz ERAS bariátrica desaconselha sonda nasogástrica e dreno abdominal de rotina e recomenda dieta líquida precoce [P1]; a ausência de sonda vesical de rotina é premissa de modelagem, sem fonte específica no produto. Curta permanência, 2 diárias e ausência de UTI programada são premissas de modelagem do caso índice. UTI planejada, IMC de 50 kg/m² ou mais com jornada diferente, cirurgia revisional, procedimento associado ou permanência prevista maior caracterizam outra jornada e exigem reclassificação.

Como o caso índice deve ser usado

O caso índice é a referência do custo deste produto: bypass gástrico em Y de Roux eletivo por videolaparoscopia, em adulto com obesidade grau III elegível, sem UTI programada e com permanência de até duas diárias. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.

Gastrectomia vertical, derivações com desvio duodenal, cirurgia revisional ou conversão de técnica, conversão para via aberta planejada, associação com colecistectomia ou herniorrafia, UTI programada ou permanência prevista acima de duas diárias descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.

Regra de uso
Usar o custo e o preço deste produto somente para episódios que correspondam ao caso índice. Episódios de outra natureza exigem o custo do procedimento correspondente.

Protocolo anestésico

Anestesia geral do caso índice: o que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o procedimento.

AnestesiaGeral balanceada · intubação orotraqueal
O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Avaliação e preparaçãoConfirmar o enquadramento no caso índice, o jejum, a via aérea e o plano anestésico e puncionar acesso venoso periférico.Avaliação antes da anestesia, cateter venoso 20G e equipo. Jejum de sólidos por 6 horas e de líquidos claros por 2 horas antes da indução [P1]; a mesma diretriz considera a evidência insuficiente para recomendar carboidrato pré-operatório.
MonitorizaçãoMonitorar oxigenação, ventilação com capnografia, circulação e temperatura durante toda a anestesia, e o bloqueio neuromuscular de forma objetiva [P1].Cardioscopia, oximetria de pulso, pressão não invasiva, capnografia e temperatura [A1]. Monitorização objetiva do bloqueio recomendada pela diretriz ERAS bariátrica (item 12) [P1]. Linha de amostragem da capnografia, sensor de temperatura, monitor de bloqueio neuromuscular e aquecimento ativo não estão na composição de itens: presumidos na estrutura da sala, a confirmar pelo hospital.
PosicionamentoPosicionar em rampa, com a cabeça elevada, para pré-oxigenação e intubação.Coxim de posicionamento da sala (estrutura).
AnsióliseAdministrar benzodiazepínico em dose baixa antes da indução, quando indicado.Midazolam.
Indução e intubaçãoInduzir por via venosa com opioide, hipnótico e bloqueador neuromuscular e intubar a traqueia.Fentanila, propofol, lidocaína, rocurônio, tubo endotraqueal 7,5 com balonete e cânula de Guedel.
ManutençãoManter anestesia inalatória em baixo fluxo com ventilação protetora, com complemento de opioide conforme a resposta. A diretriz ERAS bariátrica não recomenda agente ou técnica específica [P1].Sevoflurano e filtro trocador de calor e umidade.
Profilaxia antibióticaAdministrar cefazolina 2 g por via venosa até 60 minutos antes da incisão (3 g a partir de 120 kg).Cefazolina 1 g, 2 frascos. [A3]
Profilaxia de náusea e vômitoAssociar antieméticos de classes diferentes (profilaxia multimodal) [P1][A2]; dexametasona 8 mg na indução (a diretriz ERAS bariátrica prefere 90 minutos antes da indução [P1]).Dexametasona: dose de referência de 8 mg. Para custeio, 2 ampolas de 4 mg/mL com 2,5 mL cada, correspondentes a 20 mg disponíveis, não à dose administrada. E ondansetrona.
Configuração de referência
Técnica de referência do protocolo: anestesia geral balanceada com intubação orotraqueal e sevoflurano. Anestesia venosa total, sugamadex, monitorização quantitativa do bloqueio neuromuscular e bloqueios regionais não fazem parte da configuração precificada. A aderência à diretriz ERAS bariátrica [P1] está detalhada na página de configuração anestésica.

Suporte durante e ao fim da anestesia

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Analgesia intraoperatóriaIniciar a analgesia multimodal antes do despertar.Dipirona, como componente da analgesia multimodal poupadora de opioide [P1]. A escolha da dipirona é da prática brasileira, sem fonte específica no produto.
HidrataçãoManter reposição volêmica com cristaloide balanceado durante a cirurgia.Ringer com lactato, 4 bolsas de 500 mL (quantidade é premissa econômica, sem fonte específica no produto).
Reversão do bloqueio neuromuscularGarantir reversão completa do bloqueio antes da extubação [P1].Neostigmina associada à atropina (premissa de modelagem; sugamadex não precificado).
Extubação e transferênciaExtubar com o paciente acordado, em posição semissentada, e transferir para a recuperação.Aspiração de vias aéreas, seringas e agulhas de preparo.
Regra de modelagem
As quantidades de medicamentos e materiais utilizadas na precificação representam premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual. Doses em obesidade dependem de peso ideal, ajustado ou total conforme o fármaco e são decisão do anestesiologista.

Precificação do protocolo anestésico

Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos de indução e manutenção
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Profilaxias, analgesia, reversão e hidratação
Materiais de via aérea e monitorização
Materiais de preparo e administraçãoAbertura item a item
Subtotal protocolo anestésico
Fonte econômica
Seringas e agulhas estão abertas por apresentação e quantidade. O sevoflurano está expresso em mililitros consumidos em baixo fluxo. Honorários do anestesiologista não integram o subtotal.

Referências bibliográficas do protocolo anestésico

Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.

A1
American Society of Anesthesiologists. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Schaumburg (IL): American Society of Anesthesiologists; aprovado em 21 de outubro de 1986, última emenda em 15 de outubro de 2025. Norma institucional, sem PMID.
Aplicação: Tipo: norma da sociedade (padrão de prática da ASA). Standard II: oxigenação, ventilação, circulação e temperatura avaliadas continuamente; 2.1.2 oximetria de pulso; 2.2.2 capnografia quantitativa da intubação à extubação; 2.3.2 eletrocardiograma contínuo e pressão arterial e frequência cardíaca ao menos a cada 5 minutos; 2.4.2 temperatura quando houver alteração prevista ou suspeita. Não trata monitorização do bloqueio neuromuscular. Não sustenta quantidade de descartáveis nem preço. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Gan TJ, Belani KG, Bergese S, et al. Fourth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting. Anesth Analg. 2020;131(2):411-448. doi:10.1213/ANE.0000000000004833. PMID: 32467512. Errata: Anesth Analg. 2020;131(5):e241 (PMID: 33094991; conteúdo da errata não conferido).
Aplicação: Tipo: consenso de painel internacional endossado por sociedades. Resumo conferido (texto integral bloqueado): identificação de risco, redução do risco basal, profilaxia multimodal em pacientes de risco, resgate e protocolo institucional. A regra numerada sobre quantidade de antieméticos por fator de risco e a regra de resgate com classe diferente não foram conferidas no texto integral. doi.org/10.1213/ANE.0000000000004833
A3
Bratzler DW, Dellinger EP, Olsen KM, et al. Clinical practice guidelines for antimicrobial prophylaxis in surgery. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(3):195-283. doi:10.2146/ajhp120568. PMID: 23327981.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASHP, IDSA, SIS e SHEA). Texto integral conferido parcialmente (página da editora). Tabela 2, procedimentos gastroduodenais incluindo cirurgia bariátrica: cefazolina, força de evidência A. Tabela 1: cefazolina 2 g para adulto e 3 g para peso de 120 kg ou mais, redose em 4 horas. Seção Timing: até 60 minutos antes da incisão. Seção Duration: menos de 24 horas na maioria dos procedimentos. Não sustenta número de frascos nem preço. academic.oup.com/ajhp/article/70/3/195/5112717

Configuração anestésica e aderência bibliográfica

Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.

Configuração precificada
Versão-base: anestesia geral balanceada com fentanila, propofol, rocurônio e sevoflurano, cefazolina 2 g, profilaxia de náusea com dexametasona e ondansetrona, dipirona intraoperatória e reversão com neostigmina e atropina. A escolha definitiva segue avaliação individual e protocolo institucional.
Aderência bibliográfica / componentes não incluídos
A diretriz ERAS bariátrica não recomenda agente ou técnica anestésica específica (item 9) [P1]; a versão-base com sevoflurano não diverge dela. A mesma diretriz recomenda monitorização objetiva do bloqueio neuromuscular e reversão completa (item 12) [P1]: o monitor está presumido na estrutura da sala, a confirmar pelo hospital, e a reversão com neostigmina é premissa de modelagem; sugamadex não está precificado. A dexametasona 8 mg é recomendada de preferência 90 minutos antes da indução (item 5) [P1]; o protocolo administra na indução, a decidir pelo responsável técnico. Ventilação protetora (item 11) e monitorização da profundidade anestésica quando não houver fração expirada do agente (item 9) usam equipamentos da estrutura. A diretriz ASA de jejum de 2023 exclui pacientes com obesidade da sua população e não é usada neste produto; o jejum segue o item 6 da ERAS bariátrica [P1]. Somente os componentes explicitamente apresentados nas tabelas estão precificados nesta versão-base.
Regra para customização
Inclusão de recurso anestésico adicional, como sugamadex, anestesia venosa total, monitorização quantitativa do bloqueio ou bloqueio regional, exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação, no protocolo institucional.

Protocolo do procedimento

Bypass gástrico em Y de Roux por videolaparoscopia do caso índice descrito pelo que será feito, como e com quais recursos.

TécnicaBypass gástrico em Y de Roux · videolaparoscopia · anastomoses grampeadas

Preparo, antissepsia e acesso

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
PosicionamentoPosicionar em decúbito dorsal, com fixação segura e proteção de pontos de pressão, permitindo a posição de proclive.Placa dispersiva do bisturi elétrico e perneiras de compressão pneumática intermitente [P2][P1].
AntissepsiaDegermar e aplicar antisséptico alcoólico no abdome.Clorexidina degermante 2% e clorexidina alcoólica 0,5% [C4]. A concentração estudada em [C4] não consta do resumo conferido e a população do estudo não é bariátrica; concentração a validar pelo controle de infecção.
Campos e paramentaçãoMontar o campo estéril, proteger a câmera e paramentar a equipe.Campos cirúrgicos estéreis, capa protetora da câmera, aventais e luvas.
Pneumoperitônio e portaisCriar o pneumoperitônio com CO2 e inserir os portais sob visão, após infiltração anestésica dos locais.Bupivacaína 0,5% (anestésico local da estratégia multimodal [P1]), lâminas nº 11, trocartes reutilizáveis e insuflador da sala (estrutura). Número de portais e via de acesso são premissas de modelagem.

Bolsa gástrica e anastomoses

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Bolsa gástricaDissecar a pequena curvatura e confeccionar bolsa gástrica pequena com disparos do grampeador linear, calibrada por sonda gástrica.Grampeador linear cortante endoscópico 60 mm, cargas e sonda gástrica de calibração 32 Fr.
Alças e anastomosesMedir as alças biliopancreática e alimentar, confeccionar a anastomose gastrojejunal e a enteroanastomose com grampeador linear e fechar os orifícios de grampeamento com sutura manual.Cargas do grampeador e fio absorvível sintético 3-0.
Brechas mesentéricasFechar a brecha da enteroanastomose e o espaço de Petersen.Fio inabsorvível de polipropileno 2-0.
Teste de estanqueidadeTestar a anastomose gastrojejunal antes do fechamento.Soro fisiológico e sonda gástrica (teste com ar ou líquido conforme a rotina do cirurgião; premissa de modelagem).

Revisão, síntese e curativo

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Revisão da hemostasiaRevisar as linhas de grampeamento e a cavidade e retirar os portais sob visão.Eletrocautério, compressas e aspiração.
SínteseFechar a aponeurose do portal de 12 mm e a pele, sem dreno abdominal e sem sonda nasogástrica de rotina [P1].Fio absorvível poliglactina 910 nº 0 e náilon 4-0.
Curativo e transferênciaAplicar curativos nas incisões dos portais e transferir para a recuperação.Curativos adesivos estéreis.
Segurança e rastreabilidade da OPME
Antes do uso, conferir modelo, comprimento e altura de grampo das cargas, validade, integridade da embalagem e esterilidade, e registrar no prontuário as etiquetas de lote do grampeador e de cada carga utilizada. A diferença de utilização em relação ao protocolo é dado econômico, não julgamento assistencial.

Precificação do protocolo do procedimento

Medicamentos e materiais diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos e soluções do procedimentoParte 1 de 3
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Paramentação, campos e materiais cirúrgicosParte 2 de 3
Fios de sutura e curativoParte 3 de 3
Subtotal protocolo do procedimento
Fonte econômica
O grampeador e as cargas estão na OPME. Estrutura da sala cirúrgica, trocartes e instrumental reutilizáveis, ótica, insuflador e dióxido de carbono, equipe operacional e equipamentos fixos aparecem em custos operacionais. Honorários do cirurgião e dos auxiliares não integram o subtotal.

Precificação da OPME

Configuração padrão do caso índice e regra econômica para variações.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

OPME padrão do caso índice
Subtotal OPME padrão
Dentro do custo padrão
  • Variação rotineira de marca na mesma categoria técnica
  • Altura de grampo das cargas conforme a espessura do tecido
  • Grampeador articulável ou reto da mesma categoria
Outra configuração: custear à parte
  • Cargas além das 6 da configuração padrão
  • Reforço de linha de grampeamento
  • Grampeador circular para anastomose
  • Tesoura ultrassônica ou selador bipolar avançado
  • Trocartes descartáveis e drenos
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. O grampeador é adquirido por unidade e as cargas por unidade; o custo segue o número de cargas da configuração padrão. Configuração superior deve ser custeada separadamente.

Composição detalhada da OPME padrão

ComponenteQtd.Especificação de referênciaLinha de custo
Grampeador linear cortante endoscópico 60 mm1Corpo articulável reutilizável no mesmo paciente, compatível com cargas de 60 mm; registro na ANVISAGrampeador linear cortante endoscópico 60 mm
Cargas para a bolsa gástrica4Cargas de 60 mm com altura de grampo para tecido gástricoCarga para grampeador linear 60 mm
Carga para a anastomose gastrojejunal1Carga de 60 mm com altura de grampo para tecido gastrojejunalCarga para grampeador linear 60 mm
Carga para a enteroanastomose1Carga de 60 mm com altura de grampo para tecido intestinalCarga para grampeador linear 60 mm

As seis cargas compõem uma única linha de custo. A divisão por etapa é premissa de modelagem; o número de disparos varia com a anatomia e a técnica do cirurgião.

Como interpretar a OPME padrão

A configuração de OPME desta versão é a referência econômica do caso índice: um grampeador linear cortante endoscópico de 60 mm e seis cargas. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como marca obrigatória nem como recomendação clínica universal.

Variação de marca dentro da mesma categoria e de altura de grampo não altera o custo de referência de forma material. Cargas adicionais, reforço de linha de grampeamento, grampeador circular, dispositivo de energia avançada, trocartes descartáveis e drenos representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente.

Nenhuma referência do produto define o número de cargas do bypass gástrico por videolaparoscopia. Como contexto, um estudo de bypass robótico com grampeador laparoscópico observou mediana de 6 recargas por procedimento [C5], o que não define o caso índice. A quantidade é premissa econômica da Base Evodux, a validar pelo responsável técnico e a conferir nas contas reais pela análise de conta do procedimento.

Referências bibliográficas do protocolo do procedimento

Literatura técnico-científica utilizada no protocolo do procedimento.

C1
Eisenberg D, Shikora SA, Aarts E, et al. 2022 American Society of Metabolic and Bariatric Surgery (ASMBS) and International Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders (IFSO) Indications for Metabolic and Bariatric Surgery. Obes Surg. 2023;33(1):3-14. doi:10.1007/s11695-022-06332-1. PMID: 36336720. PMCID: PMC9834364. Publicação simultânea: Surg Obes Relat Dis. 2022;18(12):1345-1356 (PMID: 36280539). Correção da editora: Obes Surg. 2023;33(1):15-16 (licença de acesso; sem alteração clínica).
Aplicação: Tipo: consenso e diretriz de indicação de sociedades. Texto integral conferido. Seção de IMC acima de 35 kg/m²: cirurgia fortemente recomendada independentemente de comorbidades. Sustenta a indicação do caso índice (IMC de 40 a 49,9). Não sustenta a escolha entre bypass e gastrectomia vertical, materiais nem tempo de internação. link.springer.com/article/10.1007/s11695-022-06332-1
C2
Peterli R, Wölnerhanssen BK, Peters T, et al. Effect of Laparoscopic Sleeve Gastrectomy vs Laparoscopic Roux-en-Y Gastric Bypass on Weight Loss in Patients With Morbid Obesity: The SM-BOSS Randomized Clinical Trial. JAMA. 2018;319(3):255-265. doi:10.1001/jama.2017.20897. PMID: 29340679. PMCID: PMC5833546.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado multicêntrico. Texto integral conferido. 217 pacientes randomizados (110 bypass em Y de Roux por videolaparoscopia). Sustenta o bypass laparoscópico como procedimento estabelecido em obesidade grave com evidência randomizada. Não sustenta tempo de internação, materiais nem custo. pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5833546/
C3
Salminen P, Helmiö M, Ovaska J, et al. Effect of Laparoscopic Sleeve Gastrectomy vs Laparoscopic Roux-en-Y Gastric Bypass on Weight Loss at 5 Years Among Patients With Morbid Obesity: The SLEEVEPASS Randomized Clinical Trial. JAMA. 2018;319(3):241-254. doi:10.1001/jama.2017.20313. PMID: 29340676. PMCID: PMC5833550.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado de equivalência. Somente resumo conferido (texto integral bloqueado por verificação anti-robô). 240 adultos randomizados (119 bypass). Sustenta o bypass laparoscópico como procedimento estabelecido. Não sustenta internação, materiais nem custo. doi.org/10.1001/jama.2017.20313
C4
Darouiche RO, Wall MJ Jr, Itani KMF, et al. Chlorhexidine-Alcohol versus Povidone-Iodine for Surgical-Site Antisepsis. N Engl J Med. 2010;362(1):18-26. doi:10.1056/NEJMoa0810988. PMID: 20054046.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado multicêntrico. Resumo conferido. 849 pacientes de cirurgia limpa-contaminada: infecção do sítio cirúrgico 9,5% com clorexidina alcoólica contra 16,1% com iodopovidona. Sustenta a antissepsia da pele com clorexidina alcoólica por extrapolação; não é população bariátrica; a concentração não consta do resumo. doi.org/10.1056/NEJMoa0810988
C5
Hafermann JO, Phelps JD, El Tayash MF. Comparing the effect of laparoscopic and robotic stapling on clinical outcomes, efficiency, and costs of robot-assisted Roux-en-Y gastric bypass. J Robot Surg. 2025;19(1):65. doi:10.1007/s11701-025-02223-6. PMID: 39921831.
Aplicação: Tipo: estudo observacional (bypass robótico com grampeador laparoscópico). Contexto apenas: no braço com grampeador laparoscópico, mediana de 6 recargas por procedimento (intervalo interquartil 6 a 7), em bypass robótico nos Estados Unidos. Não é o caso índice videolaparoscópico e não define o número de cargas; a quantidade do produto permanece premissa econômica. doi.org/10.1007/s11701-025-02223-6
Leitura das referências
As fontes sustentam premissas técnicas usadas na modelagem econômica. Alternativas válidas não tornam a configuração-base obrigatória.

Protocolo pós-procedimento

O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Recuperação após a cirurgia (RPA)Manter monitorização até os critérios institucionais de alta da recuperação e transferir para a unidade de internação.Monitorização, oxigênio quando necessário, posição semissentada e analgesia, conforme rotina da recuperação pós-anestésica do hospital.
Analgesia multimodalManter analgésico em horário fixo e opioide apenas como resgate.Dipirona e tramadol. Analgesia multimodal poupadora de opioide [P1]; dipirona sem fonte específica no produto; tramadol só como resgate.
Náusea e vômitoTratar náusea com antiemético de resgate, quando presente.Antiemético de resgate conforme prescrição [A2]. O custo usa ondansetrona como premissa econômica; a escolha do resgate é do anestesiologista e deve ser validada pelo responsável técnico.
Proteção gástricaIniciar inibidor de bomba de prótons, mantido por ao menos 30 dias após o bypass conforme a diretriz ERAS bariátrica [P1].Omeprazol 40 mg por via venosa na internação (via e dose são premissas de modelagem; a continuidade após a alta fica fora deste custo).
HidrataçãoManter hidratação venosa até a aceitação da dieta líquida.Soro fisiológico 0,9% e equipo.
Janela do caso índice
Recuperação de até 2 horas após a cirurgia e internação prevista de até 2 diárias. Permanência diferente altera o custo de internação e pode ser simulada em Cenários.

Internação, alta e continuidade assistencial

O que será feitoComo será feitoO que será utilizado
Prevenção de tromboembolismoManter compressão pneumática no leito, estimular deambulação precoce e aplicar enoxaparina em dose profilática a partir do pós-operatório.Perneiras do intraoperatório e enoxaparina 40 mg. Profilaxia mecânica para todos e associação com a farmacológica durante a internação [P2][P1]; a posição ASMBS cita enoxaparina 40 mg a cada 12 horas como exemplo de dose fixa [P2]. Número de doses é premissa econômica; dose e intervalo são decisão do responsável técnico.
Vigilância de complicaçõesAcompanhar frequência cardíaca, temperatura, dor abdominal, sangramento e sinais de fístula em intervalos regulares.Avaliação de enfermagem e do cirurgião.
Dieta e deambulaçãoLiberar dieta líquida e deambulação de forma precoce.Dieta hospitalar, incluída na diária da acomodação. Dieta líquida clara iniciada horas após a cirurgia [P1][P3] e deambulação precoce [P3].
Avaliação de altaVerificar sinais vitais, dor, aceitação da dieta líquida, deambulação e ausência de sinais de complicação, e entregar as orientações de alta.Avaliação e orientações de alta. Critérios clínicos sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico.
Continuidade após a altaOrientar a progressão da dieta, a suplementação, a profilaxia estendida quando indicada e o retorno ambulatorial, fora deste custo hospitalar.Plano de alta e seguimento multiprofissional [P3].
Limite financeiro
Medicamentos e suplementos após a alta, profilaxia estendida domiciliar, consultas, exames e retornos ambulatoriais não integram este custo hospitalar.

Precificação do protocolo pós-procedimento

Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.

Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.

Medicamentos da internaçãoParte 1 de 2
Fonte econômica
Base Evodux; data-base out/2026. Materiais devem corresponder à unidade de aquisição efetiva.
Materiais da internaçãoParte 2 de 2
Subtotal protocolo pós-procedimento
Fonte econômica
Recuperação e acomodação são apresentadas separadamente como componentes de custo hospitalar. A dieta prescrita está incluída na diária da acomodação. As perneiras de compressão pneumática estão no protocolo do procedimento e seguem com o paciente para o leito.

Referências bibliográficas do protocolo pós-procedimento

Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-procedimento.

P1
Stenberg E, dos Reis Falcão LF, O'Kane M, et al. Guidelines for Perioperative Care in Bariatric Surgery: Enhanced Recovery After Surgery (ERAS) Society Recommendations: A 2021 Update. World J Surg. 2022;46(4):729-751. doi:10.1007/s00268-021-06394-9. PMID: 34984504. PMCID: PMC8885505. Errata: World J Surg. 2022;46(4):752 (PMID: 35094162; conflito de interesses, sem alteração de recomendação).
Aplicação: Tipo: diretriz de sociedade com graduação GRADE. Texto integral conferido. Item 5: dexametasona 8 mg IV, de preferência 90 minutos antes da indução. Item 6: sólidos até 6 h e líquidos claros até 2 h antes da indução. Item 8: profilaxia multimodal de náusea e vômito. Item 9: não há recomendação de agente ou técnica anestésica específica; anestesia poupadora de opioide multimodal, com anestésicos locais. Item 11: ventilação protetora. Item 12: monitorização objetiva do bloqueio neuromuscular e reversão completa. Item 15: sem sonda nasogástrica e sem dreno abdominal de rotina. Item 17: tromboprofilaxia mecânica e farmacológica, com dose individualizada. Item 18: dieta líquida clara iniciada horas após a cirurgia. Item 20a: inibidor de bomba de prótons por ao menos 30 dias após o bypass. Não estabelece esquema de antibiótico, uso de sonda vesical ou técnica de teste de estanqueidade. Discute recuperação e permanência, mas não define duas diárias nem alta hospitalar em 48 horas; o item 16 aborda recuperação pós-anestésica, não um prazo obrigatório de alta hospitalar. pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8885505/
P2
Aminian A, Vosburg RW, Altieri MS, et al. The American Society for Metabolic and Bariatric Surgery (ASMBS) updated position statement on perioperative venous thromboembolism prophylaxis in bariatric surgery. Surg Obes Relat Dis. 2022;18(2):165-174. doi:10.1016/j.soard.2021.10.023. PMID: 34896011. Atualiza a posição de 2013 (PMID: 23769113).
Aplicação: Tipo: declaração de posicionamento de sociedade. Texto integral conferido. Recomendação 8: profilaxia mecânica para todos. Recomendação 9: associação de mecânica e farmacológica a considerar, mantida durante toda a internação. Recomendação 12: heparina de baixo peso molecular mais eficaz que a não fracionada na obesidade grave. Recomendação 14: dose fixa, por faixa de IMC ou por peso (exemplo: enoxaparina 40 mg a cada 12 horas). Recomendação 10: profilaxia estendida após a alta em alto risco selecionado. old.asmbs.org/app/uploads/2022/01/PIIS1550728921005219-VTE.pdf
P3
Mechanick JI, Apovian C, Brethauer S, et al. Clinical practice guidelines for the perioperative nutrition, metabolic, and nonsurgical support of patients undergoing bariatric procedures - 2019 update. Surg Obes Relat Dis. 2020;16(2):175-247. doi:10.1016/j.soard.2019.10.025. PMID: 31917200.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática clínica (graus A a D). Texto integral lido em parte (sumário executivo até R42). R34: componentes de recuperação acelerada com tromboprofilaxia e supressão ácida. R37: antieméticos preventivos e analgésicos não opioides. R38: líquidos claros iniciados em até 24 horas; acompanhamento com nutricionista. Tabela 10: deambulação precoce. Não sustenta dose de heparina, antibiótico nem número de diárias. old.asmbs.org/app/uploads/2020/04/Mechanick-2020-AACE-TOS-ASMBS-Guidelines.pdf
P4
Geubbels N, Evren I, Acherman YIZ, et al. Randomized clinical trial of an enhanced recovery after surgery programme versus conventional care in laparoscopic Roux-en-Y gastric bypass surgery. BJS Open. 2019;3(3):274-281. doi:10.1002/bjs5.50143. PMID: 31183442. PMCID: PMC6551390.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado de centro único. Texto integral conferido. A seção de resultados relata 253 pacientes randomizados e 220 incluídos na análise, 110 por grupo; o resumo apresenta 220 como randomizados. Na Tabela 3, a mediana do intervalo da cirurgia à alta foi de 21,2 horas no cuidado convencional e 21,3 horas no ERAS. O estudo contextualiza curta permanência; não define duas diárias nem alta em 48 horas contadas da admissão, que permanecem premissas de custeio. academic.oup.com/bjsopen/article/3/3/274/6042935
P5
Hardy K, Leung C, Seto J, et al. Enhanced Recovery After Surgery and next-day discharge after laparoscopic Roux-en-Y gastric bypass. Can J Surg. 2025;68(4):E274-E280. doi:10.1503/cjs.012923. PMID: 40639846. PMCID: PMC12263330.
Aplicação: Tipo: estudo observacional retrospectivo de dados prospectivos. Texto integral conferido. 439 pacientes: alta no 1º dia pós-operatório em 94,8% e no 2º dia em 1,8%; readmissão de 4,1% em 30 dias. Sustenta a curta permanência como prática observada; sem grupo comparador. www.canjsurg.ca/content/68/4/E274

Custo do procedimento

Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.

Custo do procedimento
O que este valor representa
O custo do procedimento reúne os recursos assistenciais diretamente consumidos no caso índice. Sala cirúrgica, RPA, acomodação, impostos e margem não estão incluídos nesta etapa.

Custos operacionais hospitalares

A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.

Referência Evodux
Cada hospital tem o seu custo
Os custos operacionais variam entre hospitais conforme estrutura, porte, produtividade, contratos e tributação. Os valores acima são referência Evodux: cada hospital deve substituir o custo-hora da sala cirúrgica e o percentual de rateio pelos seus custos efetivamente apurados.
Como o custo operacional é calculado
Sala cirúrgica: tempo de sala do caso índice (3 h) multiplicado pelo custo-hora de referência (R$ 249,50/h), incluindo sala física, aparelho de anestesia, mesa e foco cirúrgicos, bisturi elétrico, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base. Rateio operacional: 5% sobre o custo total do episódio (custo do procedimento + sala cirúrgica + acomodação), representando de forma simplificada os demais custos operacionais do hospital, sem abertura item a item. Cada custo aparece uma vez; recursos já absorvidos não são recobrados como extra.

Custeio do hospital

Tempos e permanência do caso índice

Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.

Entra no custo só no custeio detalhado (com custo-hora de RPA); no simplificado, a RPA está no rateio e o tempo aparece só na jornada e nos gatilhos

Modo simplificado

Referência simplificada Evodux. Pode ser substituída pelo custeio próprio da instituição.
Inclui sala física, aparelho de anestesia, mesa e foco cirúrgicos, bisturi elétrico, utilidades, higienização, gases, apoio predial e depreciação-base
Leito, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização e apoio geral; dieta fora

No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.

Resultado do custeio operacional

Acomodação

A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.

Configuração do caso índice
Apartamento standard por até 2 diárias. A versão em enfermaria utiliza o mesmo protocolo assistencial e altera apenas o componente de acomodação.
O que a acomodação inclui
Leito ou quarto, enfermagem de rotina, hotelaria, higienização, apoio geral da unidade e dieta prescrita. A dieta prescrita está incluída na diária de referência.
Contagem das diárias
Regra-base: 1ª diária = admissão até 24 h; 2ª diária = de 24 h a 48 h; a 3ª diária é aberta após 48 h da admissão. A regra pode ser substituída pela convenção contratual da operadora e do hospital.

Composição de preço do procedimento

Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.

Leitura
A diferença entre as configurações decorre apenas da acomodação. Impostos devem refletir a carga efetiva do hospital. Margem de 10% = margem sobre a receita do episódio.

Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .

Precificação do procedimento

Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.

Identificação do procedimento

Base técnica: TUSS 31002390 (videolaparoscopia)

Premissas de preço do hospital

Substitua pela carga efetiva do hospital
Sobre a receita
Custos financeiros, inadimplência
Preço do procedimento

Composição do preço

Preço por margem

Posicionamento do preço

Preço de tabela do hospital

Códigos TUSS dos itens

Fórmulas aplicadas

Custo do hospital × referência Evodux

Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.

Estrutura do custo: referência Evodux × hospital

A referência Evodux v1.0 não possui linhas próprias de RPA, CME, equipamentos e overhead: esses custos estão representados de forma simplificada pelo rateio operacional de 5% sobre custo direto, sala cirúrgica e acomodação. Por isso, quando o hospital abre esses centros no modo detalhado, a comparação linha a linha deve ser lida junto com a linha de rateio.

Base dos Benchmarks Evodux

Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.

17instituições hospitalares
98procedimentos comparáveis
jun/2025 a jun/2026período de observação
Critério de composição
Os episódios são submetidos a critérios de elegibilidade, padronização de escopo e consolidação por instituição antes da formação dos benchmarks.

Como o benchmark é construído

Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.

  1. Seleção de procedimentos comparáveis ao caso índice.
  2. Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
  3. Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
  4. Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
  5. Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.

Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3

Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.

Base dos benchmarks
Referências de preço para a gastroplastia por videolaparoscopia (bypass gástrico em Y de Roux), OPME incluída e honorários médicos excluídos. P1, P2 e P3 variam por porte, hotelaria e acreditação. Base Evodux: 17 instituições hospitalares, 98 procedimentos comparáveis, de junho de 2025 a junho de 2026.

Posição da proposta e do custo do hospital

Critérios dos perfis P1, P2 e P3

A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.

Porte
Complexidade e escala relativa da estrutura hospitalar considerada no benchmark.
Hotelaria
Padrão de acomodação e serviços de hotelaria incorporados à experiência hospitalar.
Acreditação
Nível de acreditação e requisitos de estrutura/processos considerados na classificação.
Como aplicar
P1, P2 e P3 representam perfis hospitalares do mesmo procedimento. P1 corresponde ao perfil de menor estrutura relativa; P2 ao perfil intermediário e referência central; P3 ao perfil de maior estrutura relativa. A classificação resulta da combinação de porte, hotelaria e acreditação, mantendo a mesma configuração técnica do caso índice e a OPME padrão.
Não são percentis
P1, P2 e P3 não representam percentis estatísticos, quartis, multiplicadores ou percentuais sobre o custo do procedimento. São Benchmarks Evodux de preço por perfil hospitalar.

Conta hospitalar atual

Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.

Enviar a conta atual do hospitalEnvie a conta do procedimento em PDF (ou XLSX/CSV). A conta é lida, classificada e cruzada com o protocolo e os custos Evodux. Nome, CPF e demais identificadores do paciente são descartados na leitura.

Ou informe as médias do faturamento

Médias do período analisado

Se em branco: faturado menos glosa
Se em branco: custo hospitalar total do produto
Tratados como repasse

Composição média da conta faturada

Em branco: mesma premissa de tributos do pacote da operadora (ou 8,65% Evodux, se não informada)

Análise econômica da operação atual

Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.

Pacote particular do procedimento

Orçamento da gastroplastia por videolaparoscopia para o paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.

Como o orçamento é montado
Três opções para o paciente, que variam no que ele recebe: acomodação, configuração de OPME, tempo de sala e diárias incluídos. Todas usam os mesmos custos-base do hospital e as mesmas premissas de custo operacional, imposto e margem. A proteção contra intercorrências pode vir das contas reais do hospital. O orçamento sai com as condições do pacote, os preços dos adicionais e as condições de pagamento.

1. Custos-base do hospital

GrupoBase de cálculoCusto unitário (R$)Origem
Taxa de salaCusto-hora da sala cirúrgica
Diária · Apartamento standardCusto da diária
Diária · EnfermariaCusto da diária
Materiais e medicamentosProtocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento
OPME padrãoConfiguração do caso índice
Exames e avaliação antes do procedimentoHospital
Cirurgião
Auxiliar
Anestesiologista

2. Proteção contra intercorrências

Reserva

3. Premissas de preço do hospital

4. Três opções para o paciente

5. Condições de pagamento

Em branco: à vista sem a taxa do cartão

6. Comparação com a conta aberta do hospital

7. Condições do pacote e adicionais

Não incluído no pacote

Preço dos adicionais

8. Orçamento para o paciente

9. Projeção

10. Referências de preço particular e de mercado

Fórmulas aplicadas

Análise de conta do procedimento

Transforme contas hospitalares reais da gastroplastia por videolaparoscopia em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.

Proteção de dados. A análise é centrada no procedimento e no consumo de recursos. Colunas e linhas com nome, CPF, carteirinha, prontuário, data de nascimento e outros identificadores são descartadas na importação. Cada conta recebe um identificador técnico de episódio (EP-001, EP-002...). Os dados permanecem neste navegador e só saem dele se o usuário exportar.

Arraste contas em PDF, XLSX, XLS, CSV ou TXT

Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.

Como a leitura funciona

XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem não têm texto legível e devem ser enviados em XLSX ou CSV. Convenção numérica: vírgula decimal e ponto de milhar (1.234,56); também são aceitos 1,234.56 e 1234.56, que não têm ambiguidade. Valores ambíguos ou com agrupamento malformado (por exemplo 1,234,567 ou 12.34,56) não são convertidos: a linha entra como incerta, com o campo indicado, para revisão. Números nativos de planilha são preservados. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.

Pacote proposto pela operadora

Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.

Substitua pela carga efetiva do hospital
Obrigatório quando incluídos
Prazo, antecipação, inadimplência
Em branco: mensal × 12

Conta aberta × pacote

O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.

Volume

Em branco: mensal × 12

Preço, margem e ponto de equilíbrio

O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.

Margem-alvo

Faixa de negociação

A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.

Cenários e sensibilidade

Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.

Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador

Risco econômico do pacote

No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.

Variabilidade do custo por episódio

Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.

Preparação para negociação

Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.

Cláusulas a pactuar

Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.

Roteiro de implantação

Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.

01Diagnóstico

Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.

02Custeio

Informar os custos de aquisição do hospital item a item e custear a estrutura: sala cirúrgica, RPA, internação e custos operacionais.

03Alinhamento clínico

Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.

04Aprovação de protocolo

Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.

05Precificação

Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.

06Parametrização operacional

Atualizar kit do procedimento e OPME padrão, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.

07Piloto

Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.

08Revisão periódica

Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.

Papéis e responsabilidades

ÁreaResponsabilidade na implantação
Direção executivaPatrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante.
Direção técnica / clínicaCoordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional.
Coordenação de cirurgia bariátrica e do aparelho digestivoValida a técnica do procedimento, a configuração de OPME e as justificativas de exceção e reclassificação.
AnestesiologiaValida a técnica anestésica e os recursos anestésicos precificados.
Enfermagem do centro cirúrgico e da internaçãoValida tempos, RPA, rastreabilidade da OPME de grampeamento, cuidados com a ferida operatória e rotinas de alta.
Farmácia e suprimentosParametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição.
Controladoria e custosInforma custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado.
FaturamentoParametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens.
Qualidade e segurança do pacienteAcompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento.
Relacionamento com operadorasConduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente.

Entregas mínimas da implantação

Marque cada entrega concluída. O registro fica salvo neste navegador e entra nos cenários salvos e na exportação de dados.

Regra de implantação
A alteração de valores econômicos não modifica automaticamente o caso índice, o protocolo, as quantidades, a configuração clínica ou as regras de elegibilidade. Mudanças clínicas, alterações relevantes de OPME e ampliação do escopo devem ser avaliadas separadamente e formalmente aprovadas.

Governança clínica

Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.

Princípio
A configuração do produto é uma referência técnico-econômica do caso índice. Ela não deve ser utilizada como protocolo médico obrigatório nem como justificativa para impedir uma alternativa clinicamente necessária. A decisão de técnica, comprimento das alças, número de cargas e uso de dispositivos de energia permanece do cirurgião; a técnica anestésica definitiva segue a avaliação individual e o protocolo institucional.
Separação de decisões
Decisão clínica é das áreas assistenciais. Controladoria, faturamento e relacionamento com operadoras apoiam com a leitura econômica, mas não decidem conduta. Indicadores não alteram remuneração automaticamente.

Comitê de governança clínica do protocolo

Composição
Direção técnica (coordenação), coordenação de cirurgia bariátrica, nutrição, psicologia, anestesiologia, enfermagem do centro cirúrgico e da internação, farmácia, qualidade e segurança do paciente. Controladoria participa como apoio econômico.
Atribuições
Validar a aderência do protocolo; analisar desvios; decidir exceções e reclassificações; aprovar mudanças de protocolo; acompanhar indicadores assistenciais; registrar decisões e responsáveis.
Rito
Reunião de implantação antes do primeiro caso. Acompanhamento mensal nos primeiros meses. Revisão econômico-assistencial trimestral ou conforme o volume. Revisão extraordinária diante de evento adverso relevante.
Registro
Toda decisão gera registro com data, episódio ou tema, decisão, justificativa e responsável. Decisões que alteram o protocolo seguem o fluxo de aprovação de protocolo divergente.

O que a governança clínica acompanha

TemaO que observarOnde no produto
Aderência ao caso índiceEpisódios custeados como bypass gástrico por videolaparoscopia que não correspondem ao caso índice.
Aderência ao protocoloUtilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência.
Tempos e permanênciaTempo de sala acima de 3 h, recuperação acima de 2 h e permanência acima de 2 diárias.
OPMECargas além da configuração padrão, reforço de linha de grampeamento, grampeador circular e dispositivos de energia, com justificativa.
Qualidade e segurançaFístula, sangramento com reabordagem, obstrução, infecção do sítio cirúrgico, tromboembolismo venoso, transferência não programada para UTI e readmissão relacionadas ao procedimento.

Registro de decisões da governança clínica

Aprovação de protocolo divergente

O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.

Quando se aplica
Sempre que a prática atual do hospital divergir da referência em técnica, recurso, quantidade, OPME, tempo de sala, RPA ou permanência, e o hospital pretender manter essa prática no procedimento que será custeado.

Primeiro, classificar a divergência

Equivalência
Recurso diferente com a mesma função e categoria técnica, sem aumento de custo relevante (por exemplo, marca equivalente de OPME). Registra-se a equivalência; não há novo protocolo.
Protocolo institucional
Diferença de técnica ou recurso com justificativa clínica institucional. Exige protocolo institucional aprovado, versionado e com o custo recalculado.
Fora do caso índice
A divergência muda a população ou a jornada (gastrectomia vertical, cirurgia revisional, IMC de 50 kg/m² ou mais com outra jornada, procedimento associado, UTI programada). Não é mudança de protocolo: o episódio exige o custo de outro procedimento.

Fluxo de aprovação

  1. Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
  2. Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
  3. Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
  4. Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
  5. Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
  6. Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v1.0, com data, alterações realizadas e responsável.
  7. Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
  8. Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Regras da base técnica
Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo. Inclusão de recurso adicional exige definição prévia de técnica, medicamentos, materiais, quantidades e custos antes da implantação. Mudanças entre modalidades já previstas não abrem exceção automática.

Solicitações de mudança de protocolo

Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.

Protocolo institucional

A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à referência Evodux Base técnica Evodux de gastroplastia por videolaparoscopia v1.0. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.

Identificação da versão

Alterações em relação à referência Evodux

Onde editar

Regra de uso
Toda alteração de protocolo deve passar pela aprovação de protocolo divergente e pela governança clínica antes de ser ativada. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação; atualização de preços não altera o protocolo. A análise de contas continua comparando a utilização real com a referência Evodux.

Indicadores

Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.

Eventos assistenciais do período

Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.

Previsto × realizado

Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.

Dashboards

Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.

Metodologia de precificação Evodux

Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.

  1. Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
  2. Descrição dos protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento.
  3. Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
  4. Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
  5. Consolidação do custo do procedimento.
  6. Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
  7. Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
  8. Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
  9. Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
Base Evodux e regra de customização
Base Evodux: clientes, projetos, protocolos, pacotes e contratos na data-base indicada. Na customização, o hospital pode substituir preços, custos, acomodação, impostos e margem, preservando escopo, quantidades e fórmulas do produto.

A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.

Camada econômica do hospital

  1. Caso índice e premissas clínicas de modelagem (Base técnica Evodux de gastroplastia por videolaparoscopia v1.0).
  2. Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, com referências bibliográficas vinculadas.
  3. Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
  4. Imputação da estrutura hospitalar: sala cirúrgica, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
  5. Custo hospitalar total do episódio.
  6. Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
  7. Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
  8. Contexto de mercado pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
  9. Cenários, variabilidade, risco e volume.
  10. Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.

Fórmulas

GrandezaFórmula
Receita líquidaFaturamento − glosas e ajustes
ResultadoReceita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses
MargemResultado ÷ receita líquida
Preço de equilíbrioCusto ÷ (1 − tributos − outros percentuais incidentes); com glosa esperada g: Custo ÷ [(1 − g) × (1 − tributos − outros)]
Preço para margem-alvoCusto ÷ (1 − tributos − margem − demais percentuais incidentes sobre receita)
Sala cirúrgica no procedimentoTempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60)
RPA no procedimentoTempo de RPA × custo-hora RPA
InternaçãoPermanência × custo paciente-dia
Equipamento[(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento
Referência Evodux simplificada5% × (custo direto + sala cirúrgica + acomodação)

Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 11.379,41, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 13.988,21 em apartamento standard.

Proteção de dados

O produto não requer dados de pacientes. Identificadores presentes em arquivos importados são descartados na leitura; o episódio é identificado por código técnico. Os dados informados ficam armazenados no navegador do usuário e só são transferidos quando exportados por ele. Recomenda-se que as contas sejam extraídas do sistema hospitalar já sem identificação do paciente.

Disclaimer e limitações

Premissas, limitações e condições de uso.

Natureza do produto
Referência técnico-econômica do custo do procedimento cirúrgico hospitalar; não constitui indicação de procedimento, prescrição ou protocolo médico obrigatório.
Responsabilidade assistencial
Técnica anestésica, profilaxia antibiótica, prevenção de tromboembolismo, escolha da técnica, configuração do grampeamento, dose de anticoagulante e demais condutas devem seguir protocolo institucional e julgamento profissional.
Premissas de consumo
As quantidades são premissas econômicas do caso índice e não constituem prescrição individual.
Base Evodux
Custos e Benchmarks apresentados decorrem da metodologia e da base Evodux na data-base indicada e podem variar por região, porte, contratos, produtividade, tecnologia e tributação.
Customização econômica
O hospital pode substituir preços de medicamentos, materiais, OPME, serviços, acomodação, custos operacionais, impostos e margem pelas suas referências próprias. A substituição deve preservar a rastreabilidade da unidade, quantidade, escopo e fórmula de cálculo.
Custos operacionais
Podem ser substituídos pelos custos efetivamente apurados pelo prestador, preservando os direcionadores e sem duplicidade com itens já incorporados ao custo.
Benchmarks Evodux
P1, P2 e P3 são referências de preço por perfil hospitalar Evodux e não garantem preço, saving, remuneração ou resultado financeiro.
Honorários médicos
Cirurgião, auxiliares e anestesiologista permanecem excluídos do preço hospitalar.
Decisão do hospital
O produto fornece informação para decisão. Não recomenda aceitar ou recusar propostas. A análise de contas não conclui sobre adequação assistencial: diferença de utilização é um dado econômico, não um julgamento clínico.

Índice de referências

Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.

CódigoEscopoReferências
A1-A3Protocolo anestésicoASA monitorização básica (emenda 2025) · Quarto consenso de náusea e vômito pós-operatórios 2020 · Diretriz de profilaxia antimicrobiana em cirurgia 2013
C1-C5Protocolo do procedimentoASMBS e IFSO, indicações de cirurgia bariátrica 2022 · SM-BOSS, ensaio randomizado 2018 · SLEEVEPASS, ensaio randomizado 2018 · Darouiche 2010, clorexidina alcoólica · Hafermann 2025, recargas de grampeador em bypass
P1-P5Protocolo pós-procedimentoERAS Society, cirurgia bariátrica, atualização 2021 · ASMBS, tromboprofilaxia em cirurgia bariátrica 2022 · AACE, TOS, ASMBS, OMA e ASA, diretriz perioperatória 2019 · Geubbels 2019, ensaio ERAS no bypass laparoscópico · Hardy 2025, alta no dia seguinte após bypass
Rastreabilidade
As referências completas aparecem no encerramento de cada bloco clínico. Cada fonte está associada às premissas específicas que sustenta. Este índice serve para navegação executiva e não substitui as citações detalhadas.
Controle de versão
Versão 1.0 · data-base out/2026 · próxima atualização: abril de 2027. Versões customizadas devem registrar cliente, data e alterações realizadas, vinculadas à versão 1.0. Alteração de protocolo exige revisão das referências e da precificação. Atualização de preços não altera automaticamente o protocolo.

Protocolo anestésico

A1
American Society of Anesthesiologists. Standards for Basic Anesthetic Monitoring. Schaumburg (IL): American Society of Anesthesiologists; aprovado em 21 de outubro de 1986, última emenda em 15 de outubro de 2025. Norma institucional, sem PMID.
Aplicação: Tipo: norma da sociedade (padrão de prática da ASA). Standard II: oxigenação, ventilação, circulação e temperatura avaliadas continuamente; 2.1.2 oximetria de pulso; 2.2.2 capnografia quantitativa da intubação à extubação; 2.3.2 eletrocardiograma contínuo e pressão arterial e frequência cardíaca ao menos a cada 5 minutos; 2.4.2 temperatura quando houver alteração prevista ou suspeita. Não trata monitorização do bloqueio neuromuscular. Não sustenta quantidade de descartáveis nem preço. www.asahq.org/standards-and-practice-parameters/standards-for-basic-anesthetic-monitoring
A2
Gan TJ, Belani KG, Bergese S, et al. Fourth Consensus Guidelines for the Management of Postoperative Nausea and Vomiting. Anesth Analg. 2020;131(2):411-448. doi:10.1213/ANE.0000000000004833. PMID: 32467512. Errata: Anesth Analg. 2020;131(5):e241 (PMID: 33094991; conteúdo da errata não conferido).
Aplicação: Tipo: consenso de painel internacional endossado por sociedades. Resumo conferido (texto integral bloqueado): identificação de risco, redução do risco basal, profilaxia multimodal em pacientes de risco, resgate e protocolo institucional. A regra numerada sobre quantidade de antieméticos por fator de risco e a regra de resgate com classe diferente não foram conferidas no texto integral. doi.org/10.1213/ANE.0000000000004833
A3
Bratzler DW, Dellinger EP, Olsen KM, et al. Clinical practice guidelines for antimicrobial prophylaxis in surgery. Am J Health Syst Pharm. 2013;70(3):195-283. doi:10.2146/ajhp120568. PMID: 23327981.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática (ASHP, IDSA, SIS e SHEA). Texto integral conferido parcialmente (página da editora). Tabela 2, procedimentos gastroduodenais incluindo cirurgia bariátrica: cefazolina, força de evidência A. Tabela 1: cefazolina 2 g para adulto e 3 g para peso de 120 kg ou mais, redose em 4 horas. Seção Timing: até 60 minutos antes da incisão. Seção Duration: menos de 24 horas na maioria dos procedimentos. Não sustenta número de frascos nem preço. academic.oup.com/ajhp/article/70/3/195/5112717

Protocolo do procedimento

C1
Eisenberg D, Shikora SA, Aarts E, et al. 2022 American Society of Metabolic and Bariatric Surgery (ASMBS) and International Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders (IFSO) Indications for Metabolic and Bariatric Surgery. Obes Surg. 2023;33(1):3-14. doi:10.1007/s11695-022-06332-1. PMID: 36336720. PMCID: PMC9834364. Publicação simultânea: Surg Obes Relat Dis. 2022;18(12):1345-1356 (PMID: 36280539). Correção da editora: Obes Surg. 2023;33(1):15-16 (licença de acesso; sem alteração clínica).
Aplicação: Tipo: consenso e diretriz de indicação de sociedades. Texto integral conferido. Seção de IMC acima de 35 kg/m²: cirurgia fortemente recomendada independentemente de comorbidades. Sustenta a indicação do caso índice (IMC de 40 a 49,9). Não sustenta a escolha entre bypass e gastrectomia vertical, materiais nem tempo de internação. link.springer.com/article/10.1007/s11695-022-06332-1
C2
Peterli R, Wölnerhanssen BK, Peters T, et al. Effect of Laparoscopic Sleeve Gastrectomy vs Laparoscopic Roux-en-Y Gastric Bypass on Weight Loss in Patients With Morbid Obesity: The SM-BOSS Randomized Clinical Trial. JAMA. 2018;319(3):255-265. doi:10.1001/jama.2017.20897. PMID: 29340679. PMCID: PMC5833546.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado multicêntrico. Texto integral conferido. 217 pacientes randomizados (110 bypass em Y de Roux por videolaparoscopia). Sustenta o bypass laparoscópico como procedimento estabelecido em obesidade grave com evidência randomizada. Não sustenta tempo de internação, materiais nem custo. pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5833546/
C3
Salminen P, Helmiö M, Ovaska J, et al. Effect of Laparoscopic Sleeve Gastrectomy vs Laparoscopic Roux-en-Y Gastric Bypass on Weight Loss at 5 Years Among Patients With Morbid Obesity: The SLEEVEPASS Randomized Clinical Trial. JAMA. 2018;319(3):241-254. doi:10.1001/jama.2017.20313. PMID: 29340676. PMCID: PMC5833550.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado de equivalência. Somente resumo conferido (texto integral bloqueado por verificação anti-robô). 240 adultos randomizados (119 bypass). Sustenta o bypass laparoscópico como procedimento estabelecido. Não sustenta internação, materiais nem custo. doi.org/10.1001/jama.2017.20313
C4
Darouiche RO, Wall MJ Jr, Itani KMF, et al. Chlorhexidine-Alcohol versus Povidone-Iodine for Surgical-Site Antisepsis. N Engl J Med. 2010;362(1):18-26. doi:10.1056/NEJMoa0810988. PMID: 20054046.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado multicêntrico. Resumo conferido. 849 pacientes de cirurgia limpa-contaminada: infecção do sítio cirúrgico 9,5% com clorexidina alcoólica contra 16,1% com iodopovidona. Sustenta a antissepsia da pele com clorexidina alcoólica por extrapolação; não é população bariátrica; a concentração não consta do resumo. doi.org/10.1056/NEJMoa0810988
C5
Hafermann JO, Phelps JD, El Tayash MF. Comparing the effect of laparoscopic and robotic stapling on clinical outcomes, efficiency, and costs of robot-assisted Roux-en-Y gastric bypass. J Robot Surg. 2025;19(1):65. doi:10.1007/s11701-025-02223-6. PMID: 39921831.
Aplicação: Tipo: estudo observacional (bypass robótico com grampeador laparoscópico). Contexto apenas: no braço com grampeador laparoscópico, mediana de 6 recargas por procedimento (intervalo interquartil 6 a 7), em bypass robótico nos Estados Unidos. Não é o caso índice videolaparoscópico e não define o número de cargas; a quantidade do produto permanece premissa econômica. doi.org/10.1007/s11701-025-02223-6

Protocolo pós-procedimento

P1
Stenberg E, dos Reis Falcão LF, O'Kane M, et al. Guidelines for Perioperative Care in Bariatric Surgery: Enhanced Recovery After Surgery (ERAS) Society Recommendations: A 2021 Update. World J Surg. 2022;46(4):729-751. doi:10.1007/s00268-021-06394-9. PMID: 34984504. PMCID: PMC8885505. Errata: World J Surg. 2022;46(4):752 (PMID: 35094162; conflito de interesses, sem alteração de recomendação).
Aplicação: Tipo: diretriz de sociedade com graduação GRADE. Texto integral conferido. Item 5: dexametasona 8 mg IV, de preferência 90 minutos antes da indução. Item 6: sólidos até 6 h e líquidos claros até 2 h antes da indução. Item 8: profilaxia multimodal de náusea e vômito. Item 9: não há recomendação de agente ou técnica anestésica específica; anestesia poupadora de opioide multimodal, com anestésicos locais. Item 11: ventilação protetora. Item 12: monitorização objetiva do bloqueio neuromuscular e reversão completa. Item 15: sem sonda nasogástrica e sem dreno abdominal de rotina. Item 17: tromboprofilaxia mecânica e farmacológica, com dose individualizada. Item 18: dieta líquida clara iniciada horas após a cirurgia. Item 20a: inibidor de bomba de prótons por ao menos 30 dias após o bypass. Não estabelece esquema de antibiótico, uso de sonda vesical ou técnica de teste de estanqueidade. Discute recuperação e permanência, mas não define duas diárias nem alta hospitalar em 48 horas; o item 16 aborda recuperação pós-anestésica, não um prazo obrigatório de alta hospitalar. pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8885505/
P2
Aminian A, Vosburg RW, Altieri MS, et al. The American Society for Metabolic and Bariatric Surgery (ASMBS) updated position statement on perioperative venous thromboembolism prophylaxis in bariatric surgery. Surg Obes Relat Dis. 2022;18(2):165-174. doi:10.1016/j.soard.2021.10.023. PMID: 34896011. Atualiza a posição de 2013 (PMID: 23769113).
Aplicação: Tipo: declaração de posicionamento de sociedade. Texto integral conferido. Recomendação 8: profilaxia mecânica para todos. Recomendação 9: associação de mecânica e farmacológica a considerar, mantida durante toda a internação. Recomendação 12: heparina de baixo peso molecular mais eficaz que a não fracionada na obesidade grave. Recomendação 14: dose fixa, por faixa de IMC ou por peso (exemplo: enoxaparina 40 mg a cada 12 horas). Recomendação 10: profilaxia estendida após a alta em alto risco selecionado. old.asmbs.org/app/uploads/2022/01/PIIS1550728921005219-VTE.pdf
P3
Mechanick JI, Apovian C, Brethauer S, et al. Clinical practice guidelines for the perioperative nutrition, metabolic, and nonsurgical support of patients undergoing bariatric procedures - 2019 update. Surg Obes Relat Dis. 2020;16(2):175-247. doi:10.1016/j.soard.2019.10.025. PMID: 31917200.
Aplicação: Tipo: diretriz de prática clínica (graus A a D). Texto integral lido em parte (sumário executivo até R42). R34: componentes de recuperação acelerada com tromboprofilaxia e supressão ácida. R37: antieméticos preventivos e analgésicos não opioides. R38: líquidos claros iniciados em até 24 horas; acompanhamento com nutricionista. Tabela 10: deambulação precoce. Não sustenta dose de heparina, antibiótico nem número de diárias. old.asmbs.org/app/uploads/2020/04/Mechanick-2020-AACE-TOS-ASMBS-Guidelines.pdf
P4
Geubbels N, Evren I, Acherman YIZ, et al. Randomized clinical trial of an enhanced recovery after surgery programme versus conventional care in laparoscopic Roux-en-Y gastric bypass surgery. BJS Open. 2019;3(3):274-281. doi:10.1002/bjs5.50143. PMID: 31183442. PMCID: PMC6551390.
Aplicação: Tipo: ensaio clínico randomizado de centro único. Texto integral conferido. A seção de resultados relata 253 pacientes randomizados e 220 incluídos na análise, 110 por grupo; o resumo apresenta 220 como randomizados. Na Tabela 3, a mediana do intervalo da cirurgia à alta foi de 21,2 horas no cuidado convencional e 21,3 horas no ERAS. O estudo contextualiza curta permanência; não define duas diárias nem alta em 48 horas contadas da admissão, que permanecem premissas de custeio. academic.oup.com/bjsopen/article/3/3/274/6042935
P5
Hardy K, Leung C, Seto J, et al. Enhanced Recovery After Surgery and next-day discharge after laparoscopic Roux-en-Y gastric bypass. Can J Surg. 2025;68(4):E274-E280. doi:10.1503/cjs.012923. PMID: 40639846. PMCID: PMC12263330.
Aplicação: Tipo: estudo observacional retrospectivo de dados prospectivos. Texto integral conferido. 439 pacientes: alta no 1º dia pós-operatório em 94,8% e no 2º dia em 1,8%; readmissão de 4,1% em 30 dias. Sustenta a curta permanência como prática observada; sem grupo comparador. www.canjsurg.ca/content/68/4/E274

Cenários salvos

Guarde versões da análise para comparar, duplicar, editar e restaurar: referência Evodux, cenário hospital, conta atual, negociação, contraproposta, contratado, previsto e realizado.

Rastreabilidade

Cada indicador com o dado de origem, a fonte, a premissa, a fórmula e o resultado. Nenhum dado ausente é tratado como zero sem aviso.

Gastroplastia por videolaparoscopia v1.0, gerado do modelo CPH aprovado. Não representa validação clínica nem integração concluída.