Gastroplastia por videolaparoscopia
Leitura econômica do procedimento
Resumo do produto
| Elemento | Referência do produto |
|---|---|
| O que é o produto | Custo de procedimento cirúrgico hospitalar (CPH): custo do procedimento, estrutura hospitalar e resultado econômico do hospital |
| Base técnica | Base técnica Evodux de gastroplastia por videolaparoscopia · versão 1.0 · data-base out/2026 |
| Procedimento | Gastroplastia para obesidade por videolaparoscopia na técnica de bypass gástrico em Y de Roux, em caráter eletivo |
| Códigos TUSS | 31002390 (gastroplastia para obesidade mórbida por videolaparoscopia; CBHPM 3.10.02.39-0, porte a confirmar). Referência da via aberta: 31002218 (CBHPM 3.10.02.21-8, porte 12A) |
| Especialidade | Cirurgia do aparelho digestivo e cirurgia bariátrica |
| Escopo hospitalar | Componente hospitalar do episódio, com OPME de grampeamento incluída |
| Honorários médicos | Não incluídos no custo hospitalar (cirurgião, auxiliares e anestesiologista) |
| Preço de referência Evodux | R$ 13.988,21 (apartamento standard) · R$ 10.557,32 (enfermaria) |
| Permanência | 2 diárias de acomodação, alta em até 48 horas da admissão; UTI não programada |
| OPME principal | Grampeador linear cortante endoscópico 60 mm e 6 cargas (R$ 4.376,64) |
| Código e data-base | Código Evodux EVX-DIG-BAR-01-CPH · versão 1.0 · data-base out/2026 |
Como utilizar este produto
Um roteiro em seis etapas, do protocolo ao resultado econômico do hospital.
Verifique se as pacientes e os pacientes do hospital correspondem ao bypass gástrico em Y de Roux eletivo por videolaparoscopia, com IMC de 40 a 49,9 kg/m², sem UTI programada e alta em até 48 horas, que serve de referência ao custo.
Leia os protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, informe o custo de aquisição do hospital e os códigos TUSS dos itens.
Informe sala cirúrgica, acomodação e custos operacionais no modo simplificado ou no custeio detalhado por centro de custo.
Defina tributos e margem e obtenha o preço de equilíbrio e o preço do procedimento, comparados à referência Evodux e aos benchmarks.
Envie as contas reais do procedimento para cruzar a utilização com o protocolo e medir faturamento, receita líquida, custo e resultado.
Compare uma proposta da operadora ou um pacote particular com o seu custo, teste cenários e, após implantar, acompanhe previsto e realizado.
Origem de cada informação
Todo indicador com o botão i abre a rastreabilidade completa: dado de origem, fonte, premissa e fórmula. Valores sem base aparecem como não informado ou a informar e nunca como zero.
Caso índice clínico
Premissas que orientam o protocolo-base e a precificação.
| Premissa | Caso índice Evodux |
|---|---|
| Paciente de referência | Adulto de 18 a 65 anos utilizado exclusivamente como referência de modelagem; ASA II ou III; não tabagista ou com cessação documentada |
| Peso / altura / IMC | 115 kg / 1,65 m / 42,2 kg/m² (obesidade grau III; peso abaixo de 120 kg) |
| Elegibilidade | Recorte econômico: IMC de 40 a 49,9 kg/m², com ou sem comorbidades. A indicação por sociedades [C1] e a cobertura obrigatória pela ANS são critérios distintos. Para cobertura nessa faixa de IMC, a DUT 27 requer falha do tratamento clínico por pelo menos dois anos, cumprimento do critério etário aplicável e ausência dos critérios do Grupo III. A faixa de 18-65 anos deste produto é recorte de modelagem, não limite etário geral da DUT. Fonte: ANS, Anexo II da RN 465/2021, consolidado consultado em 25/10/2026, DUT 27, pp. 30-31. |
| Comorbidades | Comorbidades metabólicas compensadas (por exemplo, hipertensão ou diabetes tipo 2 em tratamento) sem modificar materialmente a jornada-base; sem uso de anticoagulante pleno; apneia do sono, quando presente, tratada e sem indicação de UTI |
| Procedimento | Gastroplastia para obesidade por videolaparoscopia na técnica de bypass gástrico em Y de Roux. A técnica é uma das duas mais estudadas em ensaios randomizados [C2][C3]; a escolha entre bypass e gastrectomia vertical é do cirurgião e da equipe |
| Códigos de referência | TUSS 31002390 (CBHPM 3.10.02.39-0, gastroplastia para obesidade mórbida por videolaparoscopia; porte, auxiliares e porte anestésico a confirmar). Via aberta: TUSS 31002218 (CBHPM 3.10.02.21-8, porte 12A pela RN CNHM 055/2021). A RN CNHM 064/2023 alterou a descrição CBHPM para "gastroplastia para obesidade" |
| Técnica anestésica | Anestesia geral balanceada com intubação orotraqueal, indução venosa e manutenção com sevoflurano. Técnica de referência adotada como premissa de modelagem; ver aderência à diretriz ERAS de cirurgia bariátrica [P1] na página de configuração anestésica |
| Técnica do procedimento | Pneumoperitônio e cinco a seis portais; confecção de bolsa gástrica pequena com grampeador linear; alça biliopancreática e alça alimentar em Y de Roux; anastomose gastrojejunal e enteroanastomose grampeadas, com fechamento manual dos orifícios; fechamento das brechas mesentéricas com fio inabsorvível; teste de estanqueidade. Comprimentos das alças, número de portais, tipo de teste de estanqueidade e número de cargas são premissas de modelagem, sem fonte específica no produto. A decisão de técnica permanece do cirurgião. |
| Profilaxia antibiótica | Cefazolina 2 g por via venosa em dose única até 60 minutos antes da incisão, dose para peso abaixo de 120 kg; a partir de 120 kg a dose é 3 g [A3]. Dose a validar pelo responsável técnico |
| Prevenção de tromboembolismo | Compressão pneumática intermitente durante a cirurgia e no leito para todos e enoxaparina em dose profilática durante a internação [P2][P1], com deambulação precoce [P3]. Dose, intervalo e número de doses da enoxaparina são premissas econômicas a validar pelo responsável técnico |
| OPME | 1 grampeador linear cortante endoscópico 60 mm articulável e 6 cargas, com altura de grampo conforme a espessura do tecido |
| UTI | Não programada; zero diária de UTI no caso índice |
| Permanência prevista | 2 diárias em apartamento standard (ou enfermaria), com alta em até 48 horas da admissão |
Jornada e permanência do caso índice
| Etapa | Caso índice Evodux |
|---|---|
| Admissão | No dia da cirurgia, em jejum de sólidos por 6 horas e de líquidos claros por 2 horas [P1], com avaliação multiprofissional, exames, endoscopia e avaliação pré-anestésica prévios fora deste custo |
| Sala cirúrgica | Até 3 horas, da entrada na sala à saída: indução anestésica, posicionamento, antissepsia, bypass gástrico em Y de Roux por videolaparoscopia e curativos |
| Recuperação (RPA) | Até 2 horas após a cirurgia, com monitorização até os critérios de alta da recuperação |
| Unidade de internação | Apartamento standard ou enfermaria: analgesia multimodal, profilaxia de náusea, hidratação até a aceitação da dieta líquida, deambulação precoce, compressão pneumática e enoxaparina, vigilância de sangramento, fístula e taquicardia |
| UTI | Não programada. Transferência somente por intercorrência (fístula, sangramento, insuficiência respiratória, evento cardiovascular), tratada como evento fora do caso índice |
| Alta | Premissa de custeio: alta em até 48 horas da admissão, com apoio em dados de permanência após bypass com recuperação acelerada [P4][P5]. A decisão de alta é do médico assistente; critérios clínicos de referência: sinais vitais estáveis, dor controlada por analgesia oral, aceitando dieta líquida, deambulando, sem sinais de fístula ou sangramento, com orientações e retorno ambulatorial (critérios sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico). Tempo de sala, recuperação e diária são premissas econômicas, não critérios de alta. |
| Total do episódio | 2 diárias de acomodação · 0 diária de UTI · 3 horas de sala · 2 horas de recuperação |
Como o caso índice deve ser usado
O caso índice é a referência do custo deste produto: bypass gástrico em Y de Roux eletivo por videolaparoscopia, em adulto com obesidade grau III elegível, sem UTI programada e com permanência de até duas diárias. Antes de comparar o custo de um episódio real com a referência, confirme se ele é comparável a esse caso.
Gastrectomia vertical, derivações com desvio duodenal, cirurgia revisional ou conversão de técnica, conversão para via aberta planejada, associação com colecistectomia ou herniorrafia, UTI programada ou permanência prevista acima de duas diárias descrevem outro procedimento ou outra jornada. Nesses casos, o custo deste produto não se aplica diretamente e a diferença não deve ser lida como desvio de protocolo.
Protocolo anestésico
Anestesia geral do caso índice: o que será feito, como será realizado e quais recursos sustentam o procedimento.
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Avaliação e preparação | Confirmar o enquadramento no caso índice, o jejum, a via aérea e o plano anestésico e puncionar acesso venoso periférico. | Avaliação antes da anestesia, cateter venoso 20G e equipo. Jejum de sólidos por 6 horas e de líquidos claros por 2 horas antes da indução [P1]; a mesma diretriz considera a evidência insuficiente para recomendar carboidrato pré-operatório. |
| Monitorização | Monitorar oxigenação, ventilação com capnografia, circulação e temperatura durante toda a anestesia, e o bloqueio neuromuscular de forma objetiva [P1]. | Cardioscopia, oximetria de pulso, pressão não invasiva, capnografia e temperatura [A1]. Monitorização objetiva do bloqueio recomendada pela diretriz ERAS bariátrica (item 12) [P1]. Linha de amostragem da capnografia, sensor de temperatura, monitor de bloqueio neuromuscular e aquecimento ativo não estão na composição de itens: presumidos na estrutura da sala, a confirmar pelo hospital. |
| Posicionamento | Posicionar em rampa, com a cabeça elevada, para pré-oxigenação e intubação. | Coxim de posicionamento da sala (estrutura). |
| Ansiólise | Administrar benzodiazepínico em dose baixa antes da indução, quando indicado. | Midazolam. |
| Indução e intubação | Induzir por via venosa com opioide, hipnótico e bloqueador neuromuscular e intubar a traqueia. | Fentanila, propofol, lidocaína, rocurônio, tubo endotraqueal 7,5 com balonete e cânula de Guedel. |
| Manutenção | Manter anestesia inalatória em baixo fluxo com ventilação protetora, com complemento de opioide conforme a resposta. A diretriz ERAS bariátrica não recomenda agente ou técnica específica [P1]. | Sevoflurano e filtro trocador de calor e umidade. |
| Profilaxia antibiótica | Administrar cefazolina 2 g por via venosa até 60 minutos antes da incisão (3 g a partir de 120 kg). | Cefazolina 1 g, 2 frascos. [A3] |
| Profilaxia de náusea e vômito | Associar antieméticos de classes diferentes (profilaxia multimodal) [P1][A2]; dexametasona 8 mg na indução (a diretriz ERAS bariátrica prefere 90 minutos antes da indução [P1]). | Dexametasona: dose de referência de 8 mg. Para custeio, 2 ampolas de 4 mg/mL com 2,5 mL cada, correspondentes a 20 mg disponíveis, não à dose administrada. E ondansetrona. |
Suporte durante e ao fim da anestesia
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Analgesia intraoperatória | Iniciar a analgesia multimodal antes do despertar. | Dipirona, como componente da analgesia multimodal poupadora de opioide [P1]. A escolha da dipirona é da prática brasileira, sem fonte específica no produto. |
| Hidratação | Manter reposição volêmica com cristaloide balanceado durante a cirurgia. | Ringer com lactato, 4 bolsas de 500 mL (quantidade é premissa econômica, sem fonte específica no produto). |
| Reversão do bloqueio neuromuscular | Garantir reversão completa do bloqueio antes da extubação [P1]. | Neostigmina associada à atropina (premissa de modelagem; sugamadex não precificado). |
| Extubação e transferência | Extubar com o paciente acordado, em posição semissentada, e transferir para a recuperação. | Aspiração de vias aéreas, seringas e agulhas de preparo. |
Precificação do protocolo anestésico
Itens e custos do protocolo anestésico, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Referências bibliográficas do protocolo anestésico
Literatura técnico-científica utilizada e sua aplicação específica no protocolo.
Configuração anestésica e aderência bibliográfica
Delimitação entre as recomendações consultadas e a configuração efetivamente precificada.
Protocolo do procedimento
Bypass gástrico em Y de Roux por videolaparoscopia do caso índice descrito pelo que será feito, como e com quais recursos.
Preparo, antissepsia e acesso
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Posicionamento | Posicionar em decúbito dorsal, com fixação segura e proteção de pontos de pressão, permitindo a posição de proclive. | Placa dispersiva do bisturi elétrico e perneiras de compressão pneumática intermitente [P2][P1]. |
| Antissepsia | Degermar e aplicar antisséptico alcoólico no abdome. | Clorexidina degermante 2% e clorexidina alcoólica 0,5% [C4]. A concentração estudada em [C4] não consta do resumo conferido e a população do estudo não é bariátrica; concentração a validar pelo controle de infecção. |
| Campos e paramentação | Montar o campo estéril, proteger a câmera e paramentar a equipe. | Campos cirúrgicos estéreis, capa protetora da câmera, aventais e luvas. |
| Pneumoperitônio e portais | Criar o pneumoperitônio com CO2 e inserir os portais sob visão, após infiltração anestésica dos locais. | Bupivacaína 0,5% (anestésico local da estratégia multimodal [P1]), lâminas nº 11, trocartes reutilizáveis e insuflador da sala (estrutura). Número de portais e via de acesso são premissas de modelagem. |
Bolsa gástrica e anastomoses
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Bolsa gástrica | Dissecar a pequena curvatura e confeccionar bolsa gástrica pequena com disparos do grampeador linear, calibrada por sonda gástrica. | Grampeador linear cortante endoscópico 60 mm, cargas e sonda gástrica de calibração 32 Fr. |
| Alças e anastomoses | Medir as alças biliopancreática e alimentar, confeccionar a anastomose gastrojejunal e a enteroanastomose com grampeador linear e fechar os orifícios de grampeamento com sutura manual. | Cargas do grampeador e fio absorvível sintético 3-0. |
| Brechas mesentéricas | Fechar a brecha da enteroanastomose e o espaço de Petersen. | Fio inabsorvível de polipropileno 2-0. |
| Teste de estanqueidade | Testar a anastomose gastrojejunal antes do fechamento. | Soro fisiológico e sonda gástrica (teste com ar ou líquido conforme a rotina do cirurgião; premissa de modelagem). |
Revisão, síntese e curativo
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Revisão da hemostasia | Revisar as linhas de grampeamento e a cavidade e retirar os portais sob visão. | Eletrocautério, compressas e aspiração. |
| Síntese | Fechar a aponeurose do portal de 12 mm e a pele, sem dreno abdominal e sem sonda nasogástrica de rotina [P1]. | Fio absorvível poliglactina 910 nº 0 e náilon 4-0. |
| Curativo e transferência | Aplicar curativos nas incisões dos portais e transferir para a recuperação. | Curativos adesivos estéreis. |
Precificação do protocolo do procedimento
Medicamentos e materiais diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Precificação da OPME
Configuração padrão do caso índice e regra econômica para variações.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
- Variação rotineira de marca na mesma categoria técnica
- Altura de grampo das cargas conforme a espessura do tecido
- Grampeador articulável ou reto da mesma categoria
- Cargas além das 6 da configuração padrão
- Reforço de linha de grampeamento
- Grampeador circular para anastomose
- Tesoura ultrassônica ou selador bipolar avançado
- Trocartes descartáveis e drenos
Composição detalhada da OPME padrão
| Componente | Qtd. | Especificação de referência | Linha de custo |
|---|---|---|---|
| Grampeador linear cortante endoscópico 60 mm | 1 | Corpo articulável reutilizável no mesmo paciente, compatível com cargas de 60 mm; registro na ANVISA | Grampeador linear cortante endoscópico 60 mm |
| Cargas para a bolsa gástrica | 4 | Cargas de 60 mm com altura de grampo para tecido gástrico | Carga para grampeador linear 60 mm |
| Carga para a anastomose gastrojejunal | 1 | Carga de 60 mm com altura de grampo para tecido gastrojejunal | Carga para grampeador linear 60 mm |
| Carga para a enteroanastomose | 1 | Carga de 60 mm com altura de grampo para tecido intestinal | Carga para grampeador linear 60 mm |
As seis cargas compõem uma única linha de custo. A divisão por etapa é premissa de modelagem; o número de disparos varia com a anatomia e a técnica do cirurgião.
Como interpretar a OPME padrão
A configuração de OPME desta versão é a referência econômica do caso índice: um grampeador linear cortante endoscópico de 60 mm e seis cargas. Essa combinação organiza a precificação do custo; não deve ser apresentada como marca obrigatória nem como recomendação clínica universal.
Variação de marca dentro da mesma categoria e de altura de grampo não altera o custo de referência de forma material. Cargas adicionais, reforço de linha de grampeamento, grampeador circular, dispositivo de energia avançada, trocartes descartáveis e drenos representam outra configuração e devem ser custeados à parte, no protocolo institucional ou no custo do procedimento correspondente.
Nenhuma referência do produto define o número de cargas do bypass gástrico por videolaparoscopia. Como contexto, um estudo de bypass robótico com grampeador laparoscópico observou mediana de 6 recargas por procedimento [C5], o que não define o caso índice. A quantidade é premissa econômica da Base Evodux, a validar pelo responsável técnico e a conferir nas contas reais pela análise de conta do procedimento.
Referências bibliográficas do protocolo do procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo do procedimento.
Protocolo pós-procedimento
O que será feito, como será conduzido e quais recursos compõem a internação índice.
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Recuperação após a cirurgia (RPA) | Manter monitorização até os critérios institucionais de alta da recuperação e transferir para a unidade de internação. | Monitorização, oxigênio quando necessário, posição semissentada e analgesia, conforme rotina da recuperação pós-anestésica do hospital. |
| Analgesia multimodal | Manter analgésico em horário fixo e opioide apenas como resgate. | Dipirona e tramadol. Analgesia multimodal poupadora de opioide [P1]; dipirona sem fonte específica no produto; tramadol só como resgate. |
| Náusea e vômito | Tratar náusea com antiemético de resgate, quando presente. | Antiemético de resgate conforme prescrição [A2]. O custo usa ondansetrona como premissa econômica; a escolha do resgate é do anestesiologista e deve ser validada pelo responsável técnico. |
| Proteção gástrica | Iniciar inibidor de bomba de prótons, mantido por ao menos 30 dias após o bypass conforme a diretriz ERAS bariátrica [P1]. | Omeprazol 40 mg por via venosa na internação (via e dose são premissas de modelagem; a continuidade após a alta fica fora deste custo). |
| Hidratação | Manter hidratação venosa até a aceitação da dieta líquida. | Soro fisiológico 0,9% e equipo. |
Internação, alta e continuidade assistencial
| O que será feito | Como será feito | O que será utilizado |
|---|---|---|
| Prevenção de tromboembolismo | Manter compressão pneumática no leito, estimular deambulação precoce e aplicar enoxaparina em dose profilática a partir do pós-operatório. | Perneiras do intraoperatório e enoxaparina 40 mg. Profilaxia mecânica para todos e associação com a farmacológica durante a internação [P2][P1]; a posição ASMBS cita enoxaparina 40 mg a cada 12 horas como exemplo de dose fixa [P2]. Número de doses é premissa econômica; dose e intervalo são decisão do responsável técnico. |
| Vigilância de complicações | Acompanhar frequência cardíaca, temperatura, dor abdominal, sangramento e sinais de fístula em intervalos regulares. | Avaliação de enfermagem e do cirurgião. |
| Dieta e deambulação | Liberar dieta líquida e deambulação de forma precoce. | Dieta hospitalar, incluída na diária da acomodação. Dieta líquida clara iniciada horas após a cirurgia [P1][P3] e deambulação precoce [P3]. |
| Avaliação de alta | Verificar sinais vitais, dor, aceitação da dieta líquida, deambulação e ausência de sinais de complicação, e entregar as orientações de alta. | Avaliação e orientações de alta. Critérios clínicos sem fonte específica no produto, a validar pelo responsável técnico. |
| Continuidade após a alta | Orientar a progressão da dieta, a suplementação, a profilaxia estendida quando indicada e o retorno ambulatorial, fora deste custo hospitalar. | Plano de alta e seguimento multiprofissional [P3]. |
Precificação do protocolo pós-procedimento
Recursos diretamente consumidos, com a referência Evodux e o custo do hospital.
Preencha a coluna Custo do hospital com o custo de aquisição da instituição. Em branco, vale a referência Evodux. Com o protocolo institucional ativo, também é possível alterar quantidades, excluir e incluir itens.
Referências bibliográficas do protocolo pós-procedimento
Literatura técnico-científica utilizada no protocolo pós-procedimento.
Custo do procedimento
Consolidação dos três protocolos precificados e da OPME, na referência Evodux e no custo do hospital.
Custos operacionais hospitalares
A estrutura que o hospital mantém para realizar o procedimento: sala, recuperação, leito, esterilização, equipamentos, logística e administração. Cada hospital tem o seu custo.
Custeio do hospital
Tempos e permanência do caso índice
Direcionadores que convertem a estrutura em custo do episódio. Em branco, vale a referência do protocolo Evodux.
Modo simplificado
No modo simplificado a RPA, a CME, os equipamentos, a logística e o overhead não têm linha própria: estão representados pelo rateio. Para abri-los, utilize o custeio hospitalar detalhado.
Resultado do custeio operacional
Acomodação
A internação é apresentada separadamente para permitir duas configurações de contratação.
Composição de preço do procedimento
Duas configurações de acomodação, com a mesma metodologia de impostos e margem.
Estes valores são a referência Evodux. O custo e o preço do hospital, com os seus próprios dados, estão em e em .
Precificação do procedimento
Do custo hospitalar total ao preço do procedimento, com tributos e margem do hospital. A margem é calculada sobre a receita, nunca somada ao custo.
Identificação do procedimento
Premissas de preço do hospital
Composição do preço
Preço por margem
Posicionamento do preço
Preço de tabela do hospital
Códigos TUSS dos itens
Fórmulas aplicadas
Custo do hospital × referência Evodux
Custo assistencial direto somado à estrutura hospitalar imputada ao episódio. Este é o valor que a receita do procedimento precisa cobrir antes de tributos e margem.
Estrutura do custo: referência Evodux × hospital
Base dos Benchmarks Evodux
Base proprietária Evodux composta por episódios qualificados e comparáveis ao caso índice deste produto.
Como o benchmark é construído
Metodologia de formação das referências de preço por perfil hospitalar.
- Seleção de procedimentos comparáveis ao caso índice.
- Padronização de escopo, OPME, permanência e componentes econômicos.
- Consolidação dos episódios por instituição, evitando concentração por volume.
- Classificação dos hospitais por estrutura, hotelaria, porte e acreditação.
- Formação das referências P1, P2 e P3 dentro de cada perfil.
Benchmarks Evodux · P1 · P2 · P3
Referências de preço do procedimento por perfil hospitalar Evodux.
Posição da proposta e do custo do hospital
Critérios dos perfis P1, P2 e P3
A classificação hospitalar combina três dimensões estruturais; não é percentual aplicado ao custo.
Conta hospitalar atual
Como o procedimento é faturado e recebido hoje em fee for service. Estes dados vêm do faturamento do hospital: envie a conta do procedimento ou informe as médias do período.
Ou informe as médias do faturamento
Médias do período analisado
Composição média da conta faturada
Análise econômica da operação atual
Resultado do procedimento hoje, em conta aberta: quanto é faturado, quanto chega ao caixa, quanto custa e quanto sobra.
Pacote particular do procedimento
Orçamento da gastroplastia por videolaparoscopia para o paciente particular: três opções com acomodação, OPME, tempo de sala e diárias, proteção pelas contas reais, condições do pacote e de pagamento.
1. Custos-base do hospital
| Grupo | Base de cálculo | Custo unitário (R$) | Origem |
|---|---|---|---|
| Taxa de sala | Custo-hora da sala cirúrgica | ||
| Diária · Apartamento standard | Custo da diária | ||
| Diária · Enfermaria | Custo da diária | ||
| Materiais e medicamentos | Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento | ||
| OPME padrão | Configuração do caso índice | ||
| Exames e avaliação antes do procedimento | Hospital |
| Cirurgião | |
| Auxiliar | |
| Anestesiologista | |
2. Proteção contra intercorrências
3. Premissas de preço do hospital
4. Três opções para o paciente
5. Condições de pagamento
6. Comparação com a conta aberta do hospital
7. Condições do pacote e adicionais
Não incluído no pacote
Preço dos adicionais
8. Orçamento para o paciente
9. Projeção
10. Referências de preço particular e de mercado
Fórmulas aplicadas
Análise de conta do procedimento
Transforme contas hospitalares reais da gastroplastia por videolaparoscopia em inteligência econômica: o que foi utilizado frente ao protocolo, quanto custou economicamente cada episódio e como ele se comportaria se fosse remunerado por uma proposta de pacote da operadora.
Arraste contas em PDF, XLSX, XLS, CSV ou TXT
Uma conta por arquivo. Em XLSX ou CSV, uma coluna de episódio ou atendimento permite importar várias contas no mesmo arquivo.
Como a leitura funciona
XLSX e CSV: o cabeçalho é identificado automaticamente (descrição, quantidade, unidade, valor unitário, valor total, grupo). PDF: o texto é extraído no navegador e as linhas com descrição e valores são estruturadas; PDFs digitalizados como imagem não têm texto legível e devem ser enviados em XLSX ou CSV. Convenção numérica: vírgula decimal e ponto de milhar (1.234,56); também são aceitos 1,234.56 e 1234.56, que não têm ambiguidade. Valores ambíguos ou com agrupamento malformado (por exemplo 1,234,567 ou 12.34,56) não são convertidos: a linha entra como incerta, com o campo indicado, para revisão. Números nativos de planilha são preservados. Cada item é classificado nas categorias econômicas Evodux por dicionário técnico e comparado com os itens do protocolo. Nenhuma classificação é considerada definitiva antes da validação do usuário.
Pacote proposto pela operadora
Informe a proposta recebida. O produto calcula receita, resultado e margem do hospital, o preço de equilíbrio e o preço necessário para a margem-alvo.
Conta aberta × pacote
O mesmo procedimento em dois modelos de remuneração: o que o hospital recebe e ganha hoje em fee for service e o que passaria a receber e ganhar no pacote proposto.
Volume
Preço, margem e ponto de equilíbrio
O preço mínimo que cobre custo e encargos e o preço que entrega a margem desejada, calculados com a margem sobre a receita, nunca somando percentual ao custo.
Margem-alvo
Faixa de negociação
A régua mostra a posição econômica de cada valor. Ela não indica se a proposta deve ser aceita ou recusada: essa decisão é do hospital.
Cenários e sensibilidade
Altere premissas de consumo, custo, preço e volume e veja o efeito imediato sobre custo, resultado e margem. Os valores iniciais são os do cenário atual do hospital.
Sensibilidade do resultado por episódio a uma variação de 10% em cada direcionador
Risco econômico do pacote
No pacote, a variação de consumo deixa de gerar receita adicional e passa a afetar diretamente o resultado do hospital. Estes cenários mostram quanto a margem depende da utilização.
Variabilidade do custo por episódio
Informe a distribuição do custo por episódio apurada pelo hospital ou utilize as contas analisadas. Com dados individuais, a distribuição é calculada automaticamente.
Preparação para negociação
Preparação econômica do hospital para negociar o pacote: posição da proposta, argumentos baseados em custo, riscos e cláusulas que protegem o resultado.
Cláusulas a pactuar
Registre a situação de cada ponto na negociação. As regras abaixo são as da base técnica Evodux; onde a base não define regra, o ponto aparece como a pactuar.
Roteiro de implantação
Como levar o produto do diagnóstico à operação: fases, responsáveis e entregas mínimas.
Confirmar que a população que o hospital pretende operar corresponde ao caso índice. Enviar contas históricas do procedimento e cruzar a utilização real com o protocolo Evodux.
Informar os custos de aquisição do hospital item a item e custear a estrutura: sala cirúrgica, RPA, internação e custos operacionais.
Apresentar o protocolo às equipes assistenciais, identificar onde a prática atual diverge da referência e levar cada divergência à governança clínica.
Quando a prática do hospital for mantida e diferir da referência, aprovar a divergência, registrar a versão e ativar o protocolo institucional, que recalcula o custo.
Definir o preço do procedimento a partir do custo, dos tributos e da margem, e compará-lo com a conta atual, os benchmarks e eventuais propostas da operadora.
Atualizar kit do procedimento e OPME padrão, prescrição de referência, cadastro de itens com código TUSS e tabela de preços do hospital.
Acompanhar os primeiros episódios caso a caso: consumo, tempo de sala, RPA, permanência, exceções e resultado econômico, comparando previsto e realizado.
Revisar custo, protocolo e indicadores no rito definido pela governança. Atualização de preço não altera o protocolo; alteração de protocolo exige revisão da precificação.
Papéis e responsabilidades
| Área | Responsabilidade na implantação |
|---|---|
| Direção executiva | Patrocina a implantação, aprova a decisão econômica e as mudanças de protocolo com impacto financeiro relevante. |
| Direção técnica / clínica | Coordena a governança clínica e responde pela aprovação técnica do protocolo institucional. |
| Coordenação de cirurgia bariátrica e do aparelho digestivo | Valida a técnica do procedimento, a configuração de OPME e as justificativas de exceção e reclassificação. |
| Anestesiologia | Valida a técnica anestésica e os recursos anestésicos precificados. |
| Enfermagem do centro cirúrgico e da internação | Valida tempos, RPA, rastreabilidade da OPME de grampeamento, cuidados com a ferida operatória e rotinas de alta. |
| Farmácia e suprimentos | Parametriza kits, medicamentos, materiais e OPME; fornece custos de aquisição. |
| Controladoria e custos | Informa custos próprios, custeio por centro de custo e acompanha previsto × realizado. |
| Faturamento | Parametriza a tabela de preços e os códigos TUSS do procedimento e dos itens. |
| Qualidade e segurança do paciente | Acompanha os indicadores assistenciais e os eventos adversos relacionados ao procedimento. |
| Relacionamento com operadoras | Conduz a discussão comercial com a operadora a partir da análise econômica aprovada internamente. |
Entregas mínimas da implantação
Marque cada entrega concluída. O registro fica salvo neste navegador e entra nos cenários salvos e na exportação de dados.
Governança clínica
Como o hospital garante que o protocolo é seguido com segurança, que as exceções são decididas por quem tem responsabilidade clínica e que o resultado econômico não é obtido à custa da qualidade.
Comitê de governança clínica do protocolo
O que a governança clínica acompanha
| Tema | O que observar | Onde no produto |
|---|---|---|
| Aderência ao caso índice | Episódios custeados como bypass gástrico por videolaparoscopia que não correspondem ao caso índice. | |
| Aderência ao protocolo | Utilização real de medicamentos, materiais e OPME frente à referência. | |
| Tempos e permanência | Tempo de sala acima de 3 h, recuperação acima de 2 h e permanência acima de 2 diárias. | |
| OPME | Cargas além da configuração padrão, reforço de linha de grampeamento, grampeador circular e dispositivos de energia, com justificativa. | |
| Qualidade e segurança | Fístula, sangramento com reabordagem, obstrução, infecção do sítio cirúrgico, tromboembolismo venoso, transferência não programada para UTI e readmissão relacionadas ao procedimento. |
Registro de decisões da governança clínica
Aprovação de protocolo divergente
O que fazer quando a prática atual do hospital difere do protocolo de referência Evodux.
Primeiro, classificar a divergência
Fluxo de aprovação
- Identificação. A divergência é identificada pela equipe assistencial, pela análise de contas ou pela controladoria e registrada como solicitação.
- Dossiê técnico. Descrição da prática atual e da referência Evodux, justificativa clínica, referências bibliográficas, itens e quantidades afetados e impacto esperado em segurança.
- Avaliação econômica. Diferença de custo por episódio calculada no produto, com efeito sobre custo hospitalar total, preço do procedimento e margem.
- Parecer da governança clínica. O comitê avalia o dossiê e emite parecer técnico.
- Aprovação formal. Direção técnica aprova o protocolo; direção executiva aprova quando houver impacto econômico relevante.
- Versionamento. O protocolo institucional é registrado como versão customizada vinculada à v1.0, com data, alterações realizadas e responsável.
- Parametrização e comunicação. Atualizar kit, prescrição de referência, cadastro e faturamento; comunicar à operadora quando a mudança afetar preço ou contrato vigente.
- Monitoramento. Acompanhar os episódios seguintes no previsto × realizado e nos indicadores assistenciais.
Solicitações de mudança de protocolo
Registre cada divergência. O impacto econômico é calculado sobre o custo hospitalar total desta análise e, se houver proposta da operadora, sobre o resultado no pacote.
Protocolo institucional
A versão do protocolo adotada pelo hospital, vinculada à referência Evodux Base técnica Evodux de gastroplastia por videolaparoscopia v1.0. A referência não é alterada: o protocolo institucional é uma camada do hospital sobre ela.
Identificação da versão
Alterações em relação à referência Evodux
Onde editar
Indicadores
Indicadores assistenciais e econômicos para acompanhar se o resultado econômico do procedimento se sustenta sem comprometer a qualidade.
Eventos assistenciais do período
Janelas de acompanhamento, vínculo com o procedimento e critérios de exclusão devem ser definidos antes da apuração. Com volume pequeno, leia contagens absolutas junto das taxas.
Previsto × realizado
Depois da contratação, registre o realizado por período e compare com o que foi previsto na negociação.
Dashboards
Visão executiva da economia do procedimento. Painéis sem dados indicam o que precisa ser informado.
Metodologia de precificação Evodux
Do protocolo ao custo e ao preço do procedimento e ao resultado econômico do hospital, com rastreabilidade técnica e econômica.
- Definição do caso índice e das premissas clínicas de modelagem.
- Descrição dos protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento.
- Vinculação das referências bibliográficas às premissas de cada protocolo.
- Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos.
- Consolidação do custo do procedimento.
- Incorporação dos custos operacionais e da acomodação.
- Composição de preço do procedimento com impostos e margem hospitalar.
- Comparação do preço final com os Benchmarks Evodux.
- Governança clínica e roteiro de implantação no hospital.
A atualização econômica pode ocorrer sem alterar o protocolo quando muda apenas preço unitário. Alterações recorrentes de recurso, população, OPME ou risco exigem revisão da configuração e de suas referências. Essa separação preserva a rastreabilidade e impede que uma condição comercial local se torne, por engano, uma nova premissa clínica do produto.
Camada econômica do hospital
- Caso índice e premissas clínicas de modelagem (Base técnica Evodux de gastroplastia por videolaparoscopia v1.0).
- Protocolos anestésico, do procedimento e pós-procedimento, com referências bibliográficas vinculadas.
- Precificação item a item dos recursos diretamente consumidos: custo assistencial direto.
- Imputação da estrutura hospitalar: sala cirúrgica, RPA, internação, CME, equipamentos, farmácia e logística, overhead e outros centros.
- Custo hospitalar total do episódio.
- Conta atual em fee for service: faturamento, glosas, receita líquida, tributos, resultado e margem.
- Proposta de pacote: receita, resultado, margem, preço de equilíbrio e preço para margem-alvo.
- Contexto de mercado pelos Benchmarks Evodux P1, P2 e P3.
- Cenários, variabilidade, risco e volume.
- Governança, negociação e acompanhamento previsto × realizado.
Fórmulas
| Grandeza | Fórmula |
|---|---|
| Receita líquida | Faturamento − glosas e ajustes |
| Resultado | Receita líquida − tributos e percentuais incidentes − custo hospitalar total − repasses |
| Margem | Resultado ÷ receita líquida |
| Preço de equilíbrio | Custo ÷ (1 − tributos − outros percentuais incidentes); com glosa esperada g: Custo ÷ [(1 − g) × (1 − tributos − outros)] |
| Preço para margem-alvo | Custo ÷ (1 − tributos − margem − demais percentuais incidentes sobre receita) |
| Sala cirúrgica no procedimento | Tempo utilizado × custo por minuto produtivo; custo por minuto = custo mensal ÷ (horas produtivas × 60) |
| RPA no procedimento | Tempo de RPA × custo-hora RPA |
| Internação | Permanência × custo paciente-dia |
| Equipamento | [(Valor de aquisição ÷ vida útil) + manutenção anual] ÷ horas de uso anuais × tempo no procedimento |
| Referência Evodux simplificada | 5% × (custo direto + sala cirúrgica + acomodação) |
Conferência: com os valores da base (custo hospitalar R$ 11.379,41, tributos 8,65% e margem 10% sobre a receita) a fórmula de preço para margem-alvo reproduz o preço de referência Evodux de R$ 13.988,21 em apartamento standard.
Proteção de dados
O produto não requer dados de pacientes. Identificadores presentes em arquivos importados são descartados na leitura; o episódio é identificado por código técnico. Os dados informados ficam armazenados no navegador do usuário e só são transferidos quando exportados por ele. Recomenda-se que as contas sejam extraídas do sistema hospitalar já sem identificação do paciente.
Disclaimer e limitações
Premissas, limitações e condições de uso.
Índice de referências
Mapa rápido das fontes utilizadas no produto e referências completas.
| Código | Escopo | Referências |
|---|---|---|
| A1-A3 | Protocolo anestésico | ASA monitorização básica (emenda 2025) · Quarto consenso de náusea e vômito pós-operatórios 2020 · Diretriz de profilaxia antimicrobiana em cirurgia 2013 |
| C1-C5 | Protocolo do procedimento | ASMBS e IFSO, indicações de cirurgia bariátrica 2022 · SM-BOSS, ensaio randomizado 2018 · SLEEVEPASS, ensaio randomizado 2018 · Darouiche 2010, clorexidina alcoólica · Hafermann 2025, recargas de grampeador em bypass |
| P1-P5 | Protocolo pós-procedimento | ERAS Society, cirurgia bariátrica, atualização 2021 · ASMBS, tromboprofilaxia em cirurgia bariátrica 2022 · AACE, TOS, ASMBS, OMA e ASA, diretriz perioperatória 2019 · Geubbels 2019, ensaio ERAS no bypass laparoscópico · Hardy 2025, alta no dia seguinte após bypass |
Protocolo anestésico
Protocolo do procedimento
Protocolo pós-procedimento
Cenários salvos
Guarde versões da análise para comparar, duplicar, editar e restaurar: referência Evodux, cenário hospital, conta atual, negociação, contraproposta, contratado, previsto e realizado.
Rastreabilidade
Cada indicador com o dado de origem, a fonte, a premissa, a fórmula e o resultado. Nenhum dado ausente é tratado como zero sem aviso.